Permira é acionista majoritária do Grupo Valentino
O fundo de investimento britânico Permira comprou uma fatia majoritária do Grupo Valentino, que até então pertencia à família Mazotto. O estilista Valentino Garavani que criou a casa de moda há 45 anos, em 1998, vendeu a sua parte em ações.
O valor da primeira negociação foi de 782.6 milhões de euros, o equivalente a 29,6% das ações. Uma semana depois a Permira desembolsou mais 1,82 bilhões de euros, totalizando 2.6 bilhões de euros e 56,6% das ações. Além da marca própria, com o nome do estilista, a empresa também é dona da marca Hugo Boss, que hoje é a principal marca da Valentino Fashion Group.
A Permira já adiantou que não pretende fazer mudanças drásticas na gestão das marcas Valentino e Hugo Boss, mantendo seus respectivos CEOs, Stefano Sassi e Bruno Saelzer. A empresa britânica também deverá pedir a Matteo Marzotto, presidente do Grupo Valentino, que permaneça em seu cargo.
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Lucro anual da Prada cresce 63%
O Grupo Prada anunciou um crescimento de 63% no lucro anual, o que corresponde a 76 milhões de euros. O resultado se deve às fortes vendas de produtos em couro, calçados e ao excelente momento da marca Miu Miu.
O grupo registrou um crescimento de 8.2% no total de vendas, para 1.425 bilhões de euros. O grupo Prada possui as marcas Prada, Miu Miu, Car Shoe e Azzedine Alaïa.
“O desempenho do grupo está de acordo com nossas expectativas em relação aos rendimentos e à lucratividade,” disse o CEO do Grupo Prada, Patrizio Bertelli. Bertelli enfatizou que os investimentos em varejo que estão sendo feitos em 2007 permitirão uma aceleração maior dos negócios do grupo em mercados com alto grau de desenvolvimento.
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Por categorias de produto, objetos em couro e calçados formaram uma fatia de 65% do total de vendas e prêt-á-porter 34% do total. Geograficamente, a Itália sozinha responde por 27% dos rendimentos, o restante da Europa por 27%, Ásia-Pacífico por 25% e EUA por 21%.
O principal negócio continua sendo a marca Prada que representa por 83% das vendas totais do Grupo Prada e atingiu rendimentos de 1.185 bilhões de euros no mundo todo. Sua segunda marca Miu Miu, para um público mais alternativo, teve um incremento de 22% nas vendas em 2006, atingindo rendimentos de 154 milhões de euros.
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A Car Shoe, que triplicou seus rendimentos totais em 2005 graças à abertura de lojas novas, registrou vendas de 18.2 milhões de euros.
A Azzedine Alaïa continua seguindo a tendência de alta com um crescimento de 30% que corresponde a 13.2 milhões de euros.
Os resultados do Grupo não incluem as vendas da marca de calçados Church’s, que passou a fazer parte do grupo de forma integral durante o ano de 2007.
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Excelente hora para os relógios da Gucci
Segundo Frida Giannini, diretora criativa da Gucci, são necessários dois anos para desenvolver o design de um relógio. “É muito diferente de desenhar um sapato. Em termos de tendências é preciso arriscar e apostar."
Frida sabe do que está falando. Ela agora é responsável por dar as coordenadas estéticas no desenvolvimento dos relógios Gucci, uma categoria de produtos considerada fundamental para o crescimento da marca. A unidade de negócio está agora sob responsabilidade da marca Gucci e não mais sob o guarda-chuva do Grupo Gucci que gerenciava esta e outras divisões do Grupo.
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Relógio Signoria em ouro |
A Gucci vai apresentar um novo estilo, o Signoria, na feira Baselworld de relógios que acontece em Basel, na Suíça. O relógio será feito em aço ou ouro amarelo, podendo ser ornado com diamantes.
Os preços no varejo começam em 950 euros pelo modelo em aço, até 11.500 euros pelo modelo com diamantes. Segundo os executivos do Grupo, a Gucci quer posicionar seus relógios no nível dos melhores do mercado.
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O modelo Twirl com detalhes em diamantes |
A estréia de Giannini na criação de relógios foi o modelo Twirl, que foi lançado na primavera de 2006. Outro relógio desenvolvido sob sua direção criativa foi o Pantheon, um modelo masculino. Os três modelos serão anunciados em uma campanha que deverá ter início no segundo semestre de 2007.
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O novo Pantheon para homens |
"Foi preciso um extenso trabalho para elevar a qualidade dos relógios Gucci, mas isso precisava ser feito, pois estávamos sendo comparados com as marcas Longines e Casio. Nosso público-alvo é bem diferente," disse Giannini, que possui em sua coleção pessoal modelos da Rolex e da Jaeger-LeCoultre.
Todos os relógios Gucci são produzidos em uma fábrica próxima a Neuchatel, na Suíça.
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Câmbio prejudica vendas da Hermés
Refletindo o câmbio desfavorável, o primeiro trimestre da Hermès fechou com crescimento de 1.3% para 366.1 milhões de euros, bem abaixo do esperado. As vendas aumentaram 10.8% na Ásia, 9.8% na Europa e 9.2% no continente americano.
Mas o iene fraco e a baixa demanda no Japão resultaram numa perda de 11% na região, totalizando 89.7 milhões de euros. Para compensar a moeda fraca, a Hermés aumentou os preços em 8% no mercado japonês, que já vive uma alta de mais de 40% nos preços de bens de luxo nos últimos anos. As vendas em free shops na Coréia e em Cingapura também foram afetadas.
"Em 2006 a Hermès registrou um crescimento lento e em 2007 isso não deverá mudar muito," disse Antoine Belge, analista do HSBC em Paris. Os resultados, no entanto, não fizeram a Hermés modificar sua previsão de aumentar suas vendas anuais em 8%.
Ele disse que, no próximo balanço da empresa, as vendas deverão ser impulsionadas pela inauguração de novas lojas, incluindo a loja-conceito de Wall Street e mais quatro unidades na China, além do lançamento de novos produtos, como a fragrância feminina, Kelly Calèche.
As vendas no varejo cresceram 8% na França, 16% no restante dos países europeus, 22.5% na Ásia-Pacífico e 11% nas Américas. As vendas no varejo no Japão escorregaram 0.5%.
As vendas de produtos em couro de alto valor agregado cresceram 3.4% para 152.1 milhões de euros.
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Hermés lança Heritage, sua nova fragrância feminina
A Hermés lançará seu novo perfume Kelly Calèche aproveitando a inauguração da loja em Wall Street em 21 de junho. Segundo Catherine Fulconis, gerente de perfumes da Hermés, a Kelly Calèche é um produto nascido do DNA da marca e seu know how em perfumes e na manufatura do couro. De todas as suas famosas bolsas, a Kelly é a mais emblemática, segundo Fulconis.
"Calèche tem sido um clássico para a Hermès durante muitos anos e “Kelly Calèche” não é somente uma forma de rejuvenecer um nome clássico, mas uma forma de criar algo iconográfico para a marca”, disse Robert Chavez, presidente e CEO da Hermès EUA.
O perfume será distribuído nas lojas Hermés em agosto, após o lançamento oficial na ocasião da inauguração da loja-conceito em New York. Após o lançamento, a Kelly Calèche também será vendida em lojas especializadas nos EUA, para depois ser distribuída em mais pontos de vendas ao redor do mundo.
Fontes na indústria estimaram que a Kelly Calèche poderá render US$60 milhões no seu primeiro de vendas no mundo todo.
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Forbes publica as 10 casas mais caras do mundo
A revista americana Forbes publicou uma lista das dez casas mais caras do planeta. Com preços que variam de US$ 65 milhões a US$ 138 milhões, os imóveis estão localizadas nos Estados Unidos, Reino Unido, Turquia e França.
A mansão que lidera a lista custa US$ 138 milhões e está localizada em Updown Court, Windlesham, sudoeste de Londres, Reino Unido. Ela foi construída em 2000 e é considerada "a residência privada mais importante na Inglaterra desde o século XIX". A casa tem 103 quartos e 58 acres de jardins.
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Casa mais cara foi construída em 2000 e tem 103 quartos e 58 acres de jardins |
A segunda casa mais cara do mundo vale US$ 135 milhões e está localizada em Hala Ranch, Aspen, Estado americano do Colorado. Em terceiro lugar está uma casa de Palm Beach, Flórida, que custa US$ 125 milhões. Em 2004, o empresário Donald Trump comprou o palácio do empresário americano Abe Gosman em leilão por US$ 41,25 milhões. A residência é chamada Maison de L'Amitie.
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A terceira casa mais cara, do empresário Donald Trump |
O quarto e o quinto lugares da lista ficaram com casas de US$ 100 milhões. A primeira está localizada em Lake Tahoe, Nevada, Estados Unidos. O quinto lugar é de uma mansão em Istambul, na Turquia.
Um pouco mais "em conta", se comparadas aos primeiros lugares da lista das mais caras, as últimas casas do levantamento têm preços variando de US$ 99 milhões a US$ 65 milhões. O sexto lugar da lista é uma mansão localizada em Hampstead, Londres, construída pelo empresário turco Halis Toprak, que vale US$ 99 milhões.
O sétimo lugar ficou com uma casa de US$ 75 milhões localizada em Nova York. Com 60 acres de terreno, a residência conta com quatro lagos artificiais e um campo de golfe. Na oitava posição, ficou uma casa localizada na Califórnia que tem quatro ambientes com vista para o mar. Em nono, está um apartamento localizado na frente do Central Park, em Nova York. Em décimo lugar ficou uma casa de US$ 65 milhões localizada em Cote d'Azur, na França.
De acordo com a revista, nos últimos anos, houve um grande "boom" de emergentes da China, Índia e Rússia entrando no mercado mundial do luxo.
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Bottega Veneta "vestirá" suíte do Hotel St. Regis
A Bottega Veneta vai decorar uma suite do Hotel St. Regis Hotel em Roma, um ano depois de a marca ter lançado sua primeira coleção de móveis e objetos de decoração.
A suíte do St. Regis possui três quartos, três banheiros, uma sala com lareira e três janelas enormes com vista para a cidade.
O Hotel St. Regis Grand Hotel Roma foi inaugurado em 1894 e passou recentemente por uma restauração.
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Grupo Clarins registra aumento de vendas no primeiro trimestre do ano
O Grupo Clarins divulgou que suas vendas cresceram 0.9% para 240.4 milhões de euros no primeiro trimestre de 2007. Os negócios em beleza da Clarins tiveram as vendas incrementadas em 4% para 230.1 milhões de euros. A empresa aproveitou para afirmar que os resultados estão de acordo com o alvo do grupo para ano de 2007.
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Tom Ford abre loja de luxo em Manhattan
Tom Ford quer ser sinônimo de “uberluxury”, qualidade e serviço personalizado. Tom Ford passou os últimos 12 meses ensaiando o lançamento de sua marca, que aconteceu recentemente com a inaguração de uma mega loja na Madison Avenue em Manhattan.
Segundo ele, a idéia seria criar uma nova versão do luxo. Sua marca de pret-a-porter masculino, alfaiataria sob medida, produtos em couro e outros acessórios, produzidos em parceria com a Ermenegildo Zegna, procura resumir todo o talento que possibilitou a Tom Ford reinventar marcas como Gucci e Yves Saint Laurent.
"Eu dei muito de mim mesmo no que fiz na Gucci e na Saint Laurent, e quando eu fui embora, levei este
know how comigo", disse Ford.
Sobre a localização da loja, Ford disse que decidiu por Manhattan por uma razão bem simples- ele não encontrou um lugar adequado na Bons Street em Londres. Na loja, os preços vão de US$ 3 mil em uma peça de pret-a-porter a US$ 5 mil, no mínimo, por um terno sob medida.
Quanto ao seu consumidor-alvo, Ford disse que pode ser um homem de 28 anos bem exigente até um de 75 que adora roupas e um bom terno sob medida. Ford acredita que dentro de seis meses oferecerá ternos sob medida para mulheres, mas disse que não tem pressa em desenvolver uma coleção feminina completa.