Por Patrícia Gaspar

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Acessórios e cosméticos impulsionam o lucro anual da Armani em 19%

As vendas de acessórios, jóias e produtos de beleza, resultaram em um lucro anual de dois dígitos no Grupo Giorgio Armani. A Armani divulgou que os lucros sobre 2006 antes de juros e impostos cresceram 19% para 246 milhões de euros. As vendas cresceram 9%, para 1,47 bilhões de euros, no ano encerrado em 31 de dezembro.

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O grupo contabilizou um crescimento de 9% nos pedidos de atacado para as cole ções de inverno 2007 – 2008. Armani declara que está no caminho certo para registrar um crescimento significativo no ano de 2007.

Enquanto isso, a cadeia de lojas Armani continua aumentando. No ano passado, a empresa inaugurou 42 lojas, sendo algumas próprias e outras por meio de franquias.  Este ano a Armani abrirá outras 50 novas lojas, sendo uma loja conceito em Tokyo, 25 A|X Armani Exchange e 20 lojas Emporio Armani. Atualmente o grupo Armani possui uma cadeia de 392 lojas no mundo todo, que vendem diversas marcas e linhas de produtos.

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John Hooks, diretor comercial e de marketing da Armani e presidente da Giorgio Armani no Japão, disse que ainda há diversos mercados com grande potencial a serem  explorados pelas marcas Armani, como China, América do Sul e Oriente Médio. Além disso, a Armani está se preparando para lançar a “Armani Jeans’ como uma marca de atacado no Japão e nos EUA.

"A Armani Jeans é provavelmente a única marca em nosso portifólio que precisará ser adaptada aos diferentes mercados," disse Hooks, ressaltando que o conceito de roupa casual e esporte adquirem conotações diferentes da Europa, Ásia e EUA.

O grupo registrou crescimento de dois dígitos em diversas categorias de produtos, incluindo jóias, perfumes e acessórios. As vendas de moda, que é a divisão mais rentável da empresa, cresceram 7%.

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As vendas de acessórios cresceram 15%. A empresa notou que suas bolsas e calçados estão presentes em 1.100 lojas no mundo todo. A distribuição expandida, através de free shops e canais de viagem ajudou a incrementar as vendas de óculos Armani em 20%. Perfumes e cosméticos avançaram 14%.

Em relação às marcas, as vendas da top Giorgio Armani cresceram 15%, enquanto a marca de difusão Emporio Armani cresceu 14%. A A|X Armani Exchange, que o grupo está expandindo internacionalmente, cresceu 17% em vendas. No ano passado a A|X Armani Exchange entrou em alguns mercados novos, entre eles o Brasil, a Indonésia e os Emirados Árabes.

O crescimento foi menos expressivo na Armani Collezioni e na Armani Jeans, que avançaram 6% e 1%, respectivamente. Geograficamente, as vendas no atacado cresceram 11% na Europa, 10% nos EUA, 9% na Ásia e 21% nas demais regiões.

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Vendas da LVMH sobem 7% no primeiro trimestre

Com as vendas robustas de bebidas, bolsas e relógios esportivos, a LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton divulgou um salto de 7% nas vendas do primeiro trimestre, totalizando 3.8 bilhões de euros.

O conglomerado francês de marcas de luxo registrou um crescimento orgânico de dois dígitos em todas as unidades de negócio nos três meses encerrados em 31 de março, sendo que o montante de vendas continua alinhado aos resultados divulgados no último trimestre de 2006.

Na moeda local, as vendas de produtos de moda e acessórios em couro cresceram 14% nos EUA; jóias e relógios saltaram 32% e no total as vendas nos EUA cresceram 12%

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Os analistas dizem que os resultados ultrapassaram as expectativas, apesar das preocupações com o mercado japonês e mais especificamente com o desempenho da principal marca, a Louis Vuitton. A Vuitton cresceu dois dígitos em todas as regiões exceto no Japão, onde registrou números negativos.
 
Os analistas estão questionando a capacidade da Louis Vuitton continuar aumentando seus preços no Japão para compensar o iene fraco.

Por categoria de produtos, a divisão de bebidas vendeu 9% a mais, registrando 689 milhões de euros; 3,9% em moda e acessórios em couro para 1,35 bilhões de euros; 11,1% em cosméticos e perfumes para 663 milhões de euros; 20% em jóias e relógios para 189 milhões de euros e 5,1% no varejo para 941 milhões de euros.

Em moda e acessórios, a LVMH ressaltou o excelente desempenho das linhas Damier Azur, Monogram Riveting, Dentelle e Monogram Vernis Pomme d'Amour, todas da Louis Vuitton.

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Bolsa Louis Vuitton

A Fendi também teve um crescimento de dois dígitos nos EUA, na Europa e na Ásia, graças à bolsa B-Mix. A LVMH também destacou o excelente momento da marca Marc Jacobs.

A divisão de bebidas também apresentou excelentes resultados, com os Champagnes vendendo 8% a mais e conhaque Hennessy 18%.

Crescimento significativo também na divisão de perfumes e cosméticos com crescimento orgânico de 15% nas marcas Christian Dior e Guerlain.

A divisão de jóias e relógios, com um crescimento orgânico de incríveis 27%, foi resultado de um aumento de dois dígitos nas vendas das marcas TAG Heuer, Zenith e Dior. 

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Relógio Zenith

As vendas na Europa foram bem em todas as categorias de produtos, com destaque para o aumento de 34% em jóias e relógios, 23% em bebidas; 20% em perfumes e cosméticos e 11% tanto em varejo quanto em moda e acessórios. As vendas na Ásia cresceram 14%, com exceção do Japão que registrou  queda de 2%.

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Receita da Burberry cresce 19,3% na segunda metade do ano fiscal

A receita da Burberry na segunda metade do ano fiscal cresceu 19,3% para 458 milhões de libras, como resultado da forte demanda pelos looks da coleção de primavera, além de bolsas e acessórios.

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No ano fiscal de 2006-2007, as vendas cresceram 14,4% para 850 milhões de libras. A chefe-executiva Angela Ahrendts disse que o resultado do período ficou alinhado às expectativas, e atribuiu os últimos números a um "investimento significativo" na expansão do varejo, nas operações e na identidade da marca.

Desde que se tornou chefe-executiva, em julho do ano passado, Ahrendts reformou o calendário de vendas da marca, criou diversas extensões de marca e aumentou a oferta de bolsas e acessórios.

A Burberry disse, em um comunicado, que para a primeira metade do ano fiscal de 2007-2008 o espaço de vendas no varejo deve aumentar 13%, sendo que a maior parte das novas lojas serão inauguradas nos EUA e Europa.

Comentando sobre a segunda metade dos seis meses encerrados em 31 de março, Angela reportou que o maior crescimento em vendas ocorreu no mercado europeu. Na Europa as vendas saltaram 30% para 144 milhões de libras, de 111 milhões do resultado anterior.

Todos os canais de vendas registraram crescimento, sendo que no varejo as vendas cresceram 26% para 241 milhões de libras. As vendas no atacado cresceram 14% para 172 milhões de libras, impulsionadas por uma maior penetração no mercado norte americano, na Europa e na Ásia.

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Jimmy Choo nomeia novo CEO

A Jimmy Choo acaba de nomear Joshua Shulman como novo CEO. A empresa londrina de calçados e acessórios anunciou que Joshua Shulman assumirá o cargo de Robert Bensoussan, que continuará atuando como membro do conselho e acionista da marca.

Shulman tem muita experiência como executivo do setor do luxo, tendo atuado em casas como Yves Saint Laurent e Gucci em altos cargos executivos.

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Fundada em 1996, a Jimmy Choo passou por crescimento explosivo desde a inauguração de sua primeira loja, na rua Motcomb, em Londres. Atualmente, a marca possui mais de 60 lojas no mundo todo, incluindo as mais recentes em Chicago, Hong Kong, Miami, Singapura e Tokyo. Desde 2001, a marca cresce uma média de 45% ao ano com vendas estimadas em 65 milhões de libras.

No ano passado, a marca foi vendida para a TowerBrook Capital Partners, num negócio de 185 milhões de libras.

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Vendas do Grupo Bulgari atingem um bilhão de euros em 2006

Com aumento de 10% no total de vendas, o Grupo Bulgari atingiu a marca de um bilhão de euros em 2006. A Bulgari divulgou uma receita total de 1,010 bilhões de euros impulsionada pelo crescimento do segmento de jóias, o mais importante da marca.

O lucro da empresa cresceu no total 13,3% para 134,4 milhões de euros. Geograficamente, a empresa registrou seu melhor desempenho na Europa e nos EUA, mercados onde a receita cresceu 17,3% e 16,2% respectivamente. As vendas, no entanto, foram mais fracas no seu país de origem, a Itália, com um crescimento tímido de apenas 1,2%.

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O presidente da empresa, Francesco Trapani, ressaltou que o excelente resultado foi atingido mesmo a Bulgari tendo investido muito para criar cadeias de distribuição direta em Milão, Viena, China e Tailândia, além de ter aberto novas lojas de acessórios em Milão, Florença e em Seull, na Coréia. Trapani disse que está confiante nos resultados de 2007, prevendo um aumento entre 8% e 12% no lucro da empresa.

Por categorias, o maior aumento foi verificado nos acessórios, nos quais  as vendas cresceram 15,5% para 88,8 milhões de euros. A divisão de relógios vendeu 7,9% a mais, totalizando 289 milhões de euros. Os perfumes Bulgari venderam 10,5% a mais, registrando vendas de 201,6 milhões de euros.

 

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