PPR fecha 2006 com um aumento de 28% nos lucros
A PPR divulgou um aumento de 28% nos lucros do Grupo no ano passado, passando de 535 milhões de euros para 685 milhões de euros, ou US$860.5 milhões, graças ao setor do luxo e a melhorias promovidas no varejo.
Os executivos estão otimistas e acreditam que o desempenho do grupo em 2007 deve melhorar ainda mais. Pinault disse que continuará a investir na renovação das marcas de luxo e das operações no varejo para incrementar a produtividade da empresa.
O grupo planeja novas lojas para a Gucci em 2007 e dez novas lojas para a Bottega Veneta.
O lucro operacional cresceu 19.9% para 1.28 bilhões de euros, impulsionado por um salto de 44.2% dos produtos de luxo e 29.1% da sua principal marca, a Gucci.
As vendas totais do grupo cresceram 5.9% para 17.93 bilhões de euros.
Em uma entrevista, logo após a apresentação dos resultados anuais, Pinault confirmou que continuará mantendo a Gucci num posicionamento elevado, fugindo assim das sugestões de declinar o posicionamento da sua principal marca para atingir um mercado maior.
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Último desfile da Gucci |
Ele acrescentou, inclusive, que as bolsas da Gucci ficaram cerca de 25% mais caras durante o ano de 2006. Ele tem planos parecidos para a marca Sergio Rossi, que ele acreditar possuir um mercado potencial enorme nos EUA.
Durante a apresentação ele enfatizou também os resultados das marcas Stella McCartney e Bedat & Co., que além de se tornaram rentáveis, registraram lucros de 10 milhões de euros em 2006.
A Boucheron também se tornou rentável, antes do esperado, e a Balenciaga triplicou seus resultados operacionais.
Os lucros na Bottega Veneta atingiram 55 milhões de euros, saltando dos 14 milhões de euros registrados em 2005.
Pinault não quis divulgar o prazo final estipulado para a Yves Saint Laurent atingir a lucratividade, mas disse que os resultados da marca estão dentro do esperado. Ele disse que a YSL sairá do vermelho quando as vendas alcançarem 300 milhões de euros.
O lucro operacional na YSL Beauté cresceu 79.9% para 32 milhões de euros, o que demonstra o impacto positivo da reestruturação e de uma ênfase maior em marcas e mercados-chave.
Em 2006 a PPR vendeu a loja de departamentos Printemps e a cadeia de lingeries Orcanta. Pinault disse que a prioridade agora é focar no crescimento orgânico e na expansão internacional. Qualquer aquisição, segundo ele, será feita no sentido de complementar o portifólio da empresa em categorias e em posicionamento de mercado.
"Temos um ótimo portifólio em marcas de prêt-à-porter. Agora estamos mais interessados em reforçar nossas marcas de jóias, relógios e cosméticos."
Pinault está muito otimista em relação a 2007 e adiantou que os maiores desafios esse ano são o mercado japonês e a redução de turistas norte-americanos na Europa em função de um euro mais forte.
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PPR compra 27% da marca Puma
A PPR, o conglomerado que controla o Grupo Gucci, está comprando a marca alemã Puma, em um negócio de US$ 7.049 bilhões.
A PPR anunciou semana passada que adquiriu uma fatia majoritária da Puma via subsidiária Sapardis, que comprou a fatia de 27%. A oferta foi feita com base no preço de 330 euros por ação.
A PPR já adiantou que fará uma oferta para comprar as ações restantes pelo mesmo preço de 330 euros por ação. Um comunicado conjunto das duas empresas informou que a diretoria da Puma é totalmente favorável à transação e recomenda a oferta aos seus acionistas.
Em 2006 a Puma registrou vendas de 2.4 bilhões de euros, o que pagaria a oferta da PPR em pouco mais de dois anos. A gigante PPR possui 78 mil empregados em 75 países. O conglomerado registrou em 2006 um montante de vendas da ordem de 17,9 bilhões de euros.
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Lucro da LVMH cresce 30% em 2006
A LVMH divulgou um aumento de 30% nos lucros em 2006, saltando para 1.88 bilhões de euros. A receita total aumentou 10%, atingindo 15.31 bilhões de euros, ou US$19.23 bilhões. Apesar de um cenário desfavorável e das preocupações com o mercado japonês, Bernard Arnault diz estar otimista em relação a 2007.
"Nós otimizamos nosso portifólio. Certamente agora não é uma boa hora para fazer aquisições," disse Arnault.
O lucro operacional da divisão de jóias e relógios da LVMH aumentou incríveis 281% para 80 milhões de euros. 2006 também será lembrado como o ano em que a China se tornou o quarto maior mercado de bebidas, onde o conhaque Hennessy possui hoje 50% da participação de mercado.
Arnaut disse que agora o Grupo LVMH espera um ano de crescimento sustentável em todas as categorias de produtos.
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Richemont se une a Polo Ralph Laurent para criar linha de jóias
Acaba de ser formada uma nova dupla de peso no cenário das jóias e da alta relojoaria: Ralph Lauren e Johann Rupert.
A Polo Ralph Lauren e a Compagnie Financière Richemont uniram forças para criar a Polo Ralph Lauren Relógios e Jóias Co., uma join venture na qual cada uma detém 50%. A nova empresa, que será localizada na Suíça, projetará o design, produzirá e distribuirá relógios e jóias de luxo sob a marca Polo and Ralph Lauren, com preços que devem começar em US$5 mil por um relógio.
O contrato, que segundo executivos da Polo estaria sendo elaborado há dois anos, é o primeiro para ambas as empresas: o mercado de jóias e relógios é totalmente inexplorado pela Polo, enquanto que a Richemont, que possui em seu portifólio marcas como Cartier, Van Cleef & Arpels e Dunhill, nunca havia se juntado a uma marca de um designer. Até agora a estratégia da Richemont previa somente a aquisição de marcas para compor seu portifólio.
Os primeiros produtos serão lançados no mercado em 2008, sendo que os primeiros relógios serão lançados em Genebra na próxima estação. As empresas não quiseram divulgar as expectativas de vendas do novo negócio, apenas adiantaram que serão lançadas linhas femininas e masculinas de jóias e relógios.
Rupert disse que é cedo para adiantar detalhes sobre a divisão de jóias. Disse apenas que eles esperam que as vendas sejam menores que as vendas dos relógios, pelo menos no início.
A Richemont possui diversas marcas bastante lucrativas, incluindo Piaget, Baume & Mercier, IWC, Panerai e Jaeger-LeCoultre. No ano fiscal de 2005-06, as vendas da divisão de relógios cresceram 22%, sendo que o maior crescimento em vendas ocorreu nos EUA. A divisão de jóias teve as vendas incrementadas em 52%, sendo a maior parte vinda das vendas da marca Cartier, sua maior "vaca leiteira".
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Lucro da Ralph Lauren cresce no quarto trimestre
A Polo Ralph Lauren Corp. divulgou seus resultados sobre o quarto trimestre de 2006, que superam as estimativas de Wall Street.
A Polo teve um ganho de 18% no atacado e 12.8% no varejo. Pelos três meses encerrados em 30 de dezembro, a renda total atingiu US$110.5 milhões. A receita cresceu 14.9% para US$1.14 bilhões, sendo US$535.8 no atacado e US$540.4 no varejo.
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A nova casa da Bottega Veneta
A maior loja da Bottega Veneta foi oficialmente reinaugurada em Roma, na Itália. Esta é a primeira de uma série de 10 lojas que serão inauguradas ainda este ano.
A marca deverá abrir novas lojas em Munique, em Puerto Vanuz, na Espanha, e reformar a loja da Rodeo Drive, em Los Angeles, no inverno.
Além dessas, a Bottega abrirá uma segunda flagship no distrito de Ginza em Tokio, que será a maior loja da marca italiana, com mais de três andares. A empresa já possui 42 lojas no Japão.
Na Ásia, ainda estão previstas inaugurações em Singapura, em Pequim e a mudança para duas lojas maiores em Hong Kong.
"Estamos triplicando o espaço das lojas para poder acomodar as novas categorias de produtos da marca," disse Patrizio Di Marco, CEO da Bottega Veneta. A loja de Roma, que possui dois andares, será a primeira a ter um espaço dedicado à linha de objetos de decoração, que foi lançada em Milão no ano passado.
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Audi quebra recorde de vendas
Segundo matéria publicada no Valor Online, a Audi anunciou que seu lucro líquido em 2006 apresentou alta de 63% para 1,34 bilhão de euros. O excelente desempenho se deve ao recorde de vendas registrado no ano passado.
Em 2005, o lucro líquido da fabricante de carros de luxo foi de 824 milhões de euros. Em todo o ano passado, a companhia vendeu 905.188 veículos, o que elevou o faturamento da empresa em 17%, para 31,14 bilhões de euros.
O lucro operacional, por conta disso, subiu 43% no período, atingindo a marca de 2,02 bilhões de euros.
O objetivo da Audi em 2007 é ultrapassar o resultado de 2006, com o lançamento do novo modelo, o A5, até junho. A montadora espera vender mais de 1 milhão de carros este ano.
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Escada lucra menos no primeiro trimestre
Os lucros da empresa caíram 5.6% em um período em que as vendas também declinaram 3.3%. O grupo alemão divulgou que a moeda afetou negativamente as vendas e os lucros da empresa no trimestre encerrado em 31 de janeiro. As vendas do grupo encolheram de 166.7 milhões de euros, ou US$217 milhões para 161.2 milhões de euros, ou US$209.9 milhões.. O lucro caiu de 113.9 milhões de euros, ou US$148.3 milhões para 107.9 milhões de euros, ou US$140.5 milhões..
Um dia antes a Escada havia anunciado uma parceria estratégica com a Vicini para a produção de sapatos da marca Escada. A Vicini, que pertence ao designer italiano Giuseppe Zanotti, também produz sapatos para Gianfranco Ferré e Roberto Cavalli.
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