Vendas da Hermès crescem em 2005
Segundo notícia publicada na WWD, a Hermès fechou com chave de ouro o ano de 2005. A empresa registrou um crescimento de 8% só no quarto semestre, o que se traduz em U$520 milhões. A excelente reação do mercado consumidor à sua fragrância Un Jardin sur le Nil aumentou as vendas na categoria dos perfumes em 12,5% em um ano cheio de instabilidades. A moda criada por Jean Paul Gaultier, no seu segundo ano como estilista da coleção feminina da Hermes prêt-a-porter, também ajudou a revitalizar a divisão de moda e acessórios, que cresceram um total de 7,6% em 2005.
Por categoria de produtos, as altas margens da marroquinaria, composta por bolsas e bagagens, aumentaram 5,4% para 169,2 milhões de euros, ou U$201,2 milhões. A Hermès acrescentou que o aumento da capacidade produtiva impulsionou o aumento nesta divisão de produtos, apesar da demanda continuar a exceder a oferta.
As bolsas em couro obtiveram os melhores desempenhos, particularmente a Birkin, a Kelly e a Bolide.
Em relatório, o analista Jacques-Franck Dossin da Goldman Sachs considerou acertada a decisão da gerência da Hermès em cortar a produção de bolsas de lona que, segundo o especialista, enfraqueciam a imagem de marca. As bolsas foram inicialmente desenvolvidas para serem usadas na paia, mas muitos consumidores estavam as utilizando nas cidades, principalmente no Japão.
De uma forma geral, ele caracterizou o desempenho do quarto semestre como " bom ". "Nós continuamos vendo a Hermès como uma das mais fortes eqüidades de marca no setor" diz no relatório. Segundo os executivos da marca, a Hermès planeja incrementar os resultados em 2006, dando continuidade ao processo de renovação, que inclui a abertura de "Maison Hermes" em Seoul Amsterdam, Charlotte, N.C., Bangkok e Hangzhou na China.
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O mercado suíço de relógios cresce com segmento de luxo
Impulsionada pelo excelente desempenho em mercados-chave como EUA, Japão e China, as exportações da indústria de relógios suíços aumentaram 10,9% em 2005, atingindo um recorde de incríveis US$9,5 bilhões.
Os resultados, que excederam as expectativas dos analistas, tiveram no segmento de relógios de luxo a sua principal alavanca e, ao que tudo indica, a tendência deve permanecer em 2006.
O grupo Swatch, por exemplo, que é líder da indústria relojoeira suíça, registrou um crescimento de 8,3%, sendo que a maior alta foi registrada na sua linha de relógios de luxo.
O segmento de luxo também foi aquecido por exposições como a Baselworld e o Salão Internacional de Alta Relojoaria, realizadas na Suíça. Na Baselworld, a maior exposição de relojoaria e joalheria do mundo, são esperados anualmente 90 mil visitantes entre revendedores, donos de boutique e colecionadores.
O Salão Internacional de Alta Relojoaria, realizado em Genebra, surgiu quando Alain-Dominique Perrin, antigo chefe da Cartier, decidiu criar sua própria feira alegando a popularização da Baselworld. Na sua 15a edição, o salão em Genebra reúne 16 fabricantes exclusivos de relógios como Piaget, Vacheron Constantin, IWC, Jaeger-leCoultre e Mont Blanc.
Na última edição a Vacheron Constantin apresentou seu exclusivíssimo "Tour de l'Ile", considerado o "relógio mais complexo já produzido". Apenas sete exemplares serão fabricados. Com 16 complicações e 834 peças diferentes, o relógio consumiu mais de 10 mil horas de pesquisa e desenvolvimento. Seu preço de mercado é de aproximadamente US$ 1,5 milhão.
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Tour de l'Ile, da Vacheron Constantin |
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Prefeito de New York declara guerra contra a pirataria
Em discurso realizado na semana passada (01/02), o prefeito de New York Michael Bloomberg proclamou o mês de Fevereiro como o Mês Anti-pirataria e revelou uma iniciativa que reúne investimentos de empresas de produtos de luxo e varejistas de Moda para o combate à comercialização de produtos falsificados. O objetivo desta ação será identificar os caules da rede de pirataria, que segundo a Câmara Internacional de Comércio, movimenta US$600 bilhões por ano em vendas no mundo todo.
Cerca de sessenta varejistas já assinaram sua participação no programa, entre eles estão Arche, Barneys New York, Cartier, Celine, Chopard, DKNY, Dolce & Gabbana, Donna Karan International, Gucci, Jimmy Choo, La Perla, Max Mara, Missoni, Ralph Lauren, Stuart Weitzman, Via Spiga e Yves Saint Laurent.
Entre os dias 14 e 28 de março, as lojas da Madison Avenue, entre as ruas 57 e 86, venderão produtos sob o tema da campanha. Será doado 10% do total das vendas para a polícia de NY, para financiar as ações do programa anti-pirataria.
"Tiraremos o ponto de vendas deles, seus estoques, seus depósitos, e os levaremos à justiça" disse Bloomberg.
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Vendas da Tod's aumentam 19,6% em 2005
Diego Della Valle, presidente e chefe executivo da Tod´s, atribuiu o aumento de 19,6% nas vendas em 2005 aos resultados de um plano estratégico que focou um crescimento orgânico baseado em uma cuidadosa extensão de produtos em áreas como óculos e acessórios de moda, ao invés de aquisições e inaugurações de lojas em larga escala.
As vendas nos 12 meses acumularam um aumento de 19,6%. "Se a nossa equipe não cometer nenhum erro nos próximos dois anos, cresceremos como se tivéssemos feito aquisições" disse Della Valle. Ele acrescenta que a empresa espera um crescimento de dois dígitos em 2006.
Della Valle também revelou planos de expandir a capacidade produtiva da Tod´s na Itália, abrir lojas da recém comprada marca Roger Vivier e de negociar um contrato de licenciamento da sua linha de óculos com a Marcolin, empresa que possui em sociedade com seu irmão, Andréa.
A Tod's está tentando ampliar sua participação no mercado asiático. Em 2005 a empresa abriu 15 lojas, sendo quatro delas na China. Até o fechamento do ano passado, a empresa possuía 105 lojas próprias e 46 franquias espalhadas pelo mundo. De uma forma geral, as vendas cresceram em todos os mercados. Na Itália, aumentaram 18% e nos demais países da Europa 15,2%. As vendas na Ásia e nos demais mercados cresceram 42,1%.
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Jimmy Choo em Boston
Jimmy Choo finca a sua estaca no Boston's Copley Place Mall em abril, dando continuidade às recentes ações da cidade em atrair marcas de luxo.
"Boston tem um mercado sofisticado e bem diversificado", disse Tamara Mellon presidente da marca. " Nós temos clientes fiéis à marca há anos e estávamos esperando pelo lugar certo para melhor atender a estes consumidores e atrair outros em potencial".
Sapatos responderão por 70% do mix de produtos, e as bolsas, algumas custando mais de US$ 11 mil, completarão a coleção. A marca Jimmy Choo, de US$ 100 milhões, está atravessando uma campanha de expansão que prevê a abertura de mais cinco lojas nos EUA e 14 lojas ao redor do mundo.
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Mercedes-Benz é líder no mercado de importado de luxo
A Mercedes (aumentou?) sua participação no mercado brasileiro de automóveis de luxo. No ano passado foram vendidas, no Brasil, mais de 1.600 unidades de automóveis importados, um aumento de 43% em comparação a 2004.
Conseqüentemente, a participação da marca no segmento também aumentou, registrando um crescimento de 33% no mercado disputado pelas grandes montadoras. Um dos principais motivos do sucesso da marca no ano passado foi a quantidade de lançamentos de novos modelos e versões.
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Classe S da Mercedes |