Por Patrícia Gaspar

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Em 10 anos, chineses serão líderes mundiais no consumo de luxo

Segundo o relatório da Goldman Sachs, a China deverá ultrapassar o Japão como o maior consumidor de marcas de luxo em 2015 e registrar um aumento de 25% ao ano nos próximos quatro anos.

A participação da China no consumo mundial de artigos de luxo subirá de 12% em 2004 para 29% do consumo mundial em 2015. Nas previsões da GS, os consumidores japoneses serão responsáveis por 28% do consumo global de marcas de luxo no mesmo ano.

Os jovens na faixa etária entre os 20 e 30 anos compõem a maioria dos grandes consumidores na China e as estatísticas demonstram que o número de jovens consumidores é 11 vezes maior na China do que no Japão.

A China é hoje em dia o terceiro maior consumidor de artigos de luxo do Mundo, com as vendas que ultrapassam 5,08 milhões de euros em 2004, o que equivale a 12% do total mundial.

As compras feitas por turistas chineses em viagens fora do país representam 10% do total do consumo chinês de bens de luxo, de acordo com o estudo divulgado.

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Megastore da Giorgio Armani em Hong Kong

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Tommy Hilfiger será comprada por US$ 1,6 bi

A marca de moda Tommy Hilfiger anunciou no final de dezembro que aceitou a proposta de compra pela Apax Partners por US$ 1,6 bilhão em dinheiro .

O grupo Apax opera nos EUA, na Europa, em Israel e na Ásia, já possui investimentos em empresas como Phillips-Van Heusen (dona da marca Calvin Klein), Tommy Bahama, Spyder Active Sports, Dollar Tree Stores e Children's Place.

A Tommy Hilfiger Co., sediada em Hong Kong, informou ainda que espera que a operação esteja concluída no primeiro trimestre de 2006 e que ainda está sujeita à aprovação dos acionistas. O valor da venda representa US$ 16,80 por ação da empresa.

Apesar de registrar um crescimento global, a Tommy Hilfiger entrou em leilão em 2005 depois de sucessivas perdas de participação no seu principal mercado de consumo - os EUA. Tommy Hilfiger, fundador da marca que leva seu nome, fez um acordo com a Apax e continuará como o principal estilista da marca.

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Phoebe Philo deixa a direção criativa da Chloé

A estilista, responsável pela retomada do crescimento da maison francesa, vai deixar a empresa para se dedicar mais à sua família. Phoebe Philo acaba de ter seu primeiro bebê e pretende passar mais tempo com a sua família.

"Estes últimos anos foram um período excitante para todos nós e eu desejo à companhia todo o sucesso no futuro", declarou a estilista no release oficial da marca. "Minha decisão por renunciar é por motivos pessoais, incluindo especialmente ter mais tempo disponível para meu novo bebê nos próximos meses", completa.

Rumores apontam que Phoebe Philo poderá ser substituída por Ralph Toledano, o C.E.O. da marca, ou Roland Mouret, estlista londrino que já integra a equipe.

Por enquanto, a marca será assinada por toda a equipe de criação Chloé. "Nossa equipe de design já trabalhou com sucesso e independência em coleções passadas e confio totalmente em sua habilidade criativa para produzir a próxima coleção da Chloé", diz Ralph Toledano.

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Gucci America anuncia nova presidente

Daniella Vitale foi promovida a presidente na Gucci America. A ex vice-presidente da empresa substituirá Patricia "Pat" Malone, segundo comunicado divulgado por Mark Lee, CEO da Gucci. Pat Malone, que esteve na Gucci por 17 anos, deixará a empresa por motivos pessoais.

Lee já havia adiantado as intenções de Pat Malone em deixar a empresa há cerca de um ano. Na ocasião, ela indicou Daniella Vitale como sua sucessora. Vitale, que já trabalhou na Giorgio Armani Corp e na Salvatore Ferragamo, passou a integrar a equipe da Gucci em 1999 como diretora de vendas.

Lee acrescentou que, durante a gestão de Daniella, as vendas da Gucci América aumentaram mais de 54% entre 2000 e 2004. Ela também supervisionou a expansão da marca na América do Sul e Caribe.

Pat Malone passou a integrar a divisão Americana da Gucci em 1985. Em 1995 ela se mudou para Florença e assumiu o cargo de diretora geral de merchandising. Ela foi promovida a presidente da Gucci América em 1997. Nos oito anos que Malone presidiu a Gucci America, as vendas da marca praticamente dobraram, aumentando o número de lojas de 20 para 37.

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Ferragamo lança perfume Incanto Charms

Incanto Charms, a terceira fragrância da marca Incanto será lançada em janeiro de 2006 na Itália e no Japão. O lançamento mundial está previsto para o mês de março.

Segundo Silvio Bertinelli, diretor da Ferragamo Parfums, " a Incanto Charms deve repetir o desempenho da Incanto Dream, que é um grande sucesso no Japão," disse Bertinelli. "Pretendemos aplicar para a Incanto Charms a mesma estratégia de negócios que foi desenvolvida para a Incanto Dream".

As duas fragrâncias têm um público alvo bastante similar - mulheres jovens entre 20 e 40 anos, mas Bertinelli acredita que conseguirá atingir diferentes 'targets'.

Segundo informações, a Ferragamo espera atingir US$13 milhões com as vendas do perfume Incanto Charms durante o seu primeiro ano de vendas.

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Ungaro anuncia novo diretor criativo

O estilista norueguês Peter Hyde Dundas, de 39 anos, que durante três anos integrou a equipe de criação da Cavalli, substituirá Vincent Darré como diretor artístico da Ungaro. Dundas também trabalhou na Jean Paul Gaultier de 1992 a 2000, antes de fazer parte da equipe de Roberto Cavalli.

O estilista passará a integrar a Ungaro num momento de transição. Em novembro de 2005, o grupo italiano Salvatore Ferragamo vendeu a Emanuel Ungaro para o investidor americano Asim Abdullah, de origem paquistanesa.

Dundas será o terceiro designer depois de Darré e Giambattista Valli a dar continuidade ao conceito criativo de Emanuel Ungaro

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Cartier reinaugura maison na 13, Rue de La Paix em alto estilo

Dia 13 de dezembro, a Cartier reinaugurou sua Maison na 13, Rue De La Paix, em Paris, e recebeu celebridades do mundo inteiro para a comemoração.

Estiveram presentes as seguintes personalidades: Bernard Fornas, Presidente Mundial da Cartier, Monica Bellucci, Paulo Coelho, Suzy Menkes, Nathalie Baye, Jean Reno, Isabelle Huppert, Giscard d'Estaing, Ines de la Fressange e Olivier Picasso.

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Xangai fecha maior mercado de falsificações da cidade

Com o fim do mercado de Xiangyang, Xangai torna-se a primeira cidade da China a fechar um mercado em razão da luta contra a venda de bens falsificados.

No dia 19 de Dezembro, um tribunal de Pequim ordenou o operador do Mercado da Seda, em Pequim, a pagar uma multa de 10,7 mil euros às marcas Burberrys, Chanel, Gucci, Louis Vuitton e Prada, por violações de propriedade intelectual.

O mercado de roupas e acessórios, localizado no sudeste da capital chinesa e um dos locais mais visitados pelos turistas ocidentais, era até o verão de 2005 uma rua estreita onde se acumulavam bancas de venda de roupa falsificada, mas foi desmantelada pelas autoridades chinesas como prova do compromisso de Pequim contra a indústria da pirataria.

Naquela zona foi construído um moderno edifício de vários pisos, mantendo o nome Mercado da Seda, onde desde o primeiro dia se voltaram a vender falsificações de marcas.

Segundo as autoridades municipais de indústria e comércio, cerca de 80% das roupas, malas, produtos de vestuário e acessórios de utilização diária à venda no mercado violam as leis da propriedade intelectual e do registro de marcas.

Segundo fontes do Departamento do Comércio dos Estados Unidos da América, as marcas internacionais perdem cerca de 60 milhões de dólares (49,7 milhões de euros) por ano no mercado chinês, devido à venda de falsificações. (tirei o 'mil' de todos os milhões. Não entendi! Seriam bilhões ou milhões mesmo?)

No mesmo empenho de mostrar o compromisso das autoridades contra a pirataria, o Mercado da Moda e os Presentes da Estrada de Xiangyang serão fechados, embora ainda não haja data prevista.

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