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Por Patricia Gaspar e Bruno Pereira

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Grupo Prada divulga crescimento nos lucros

O Grupo Prada registrou um crescimento de dois dígitos nos lucros e nas vendas no primeiro semestre do ano, apesar da valorização do euro frente ao dólar e ao iene.

O Grupo divulgou que a receita da companhia antes de impostos, depreciação e amortização, cresceu 40% para 140 milhões de euros, ou a $187.6 milhões, durante os seis meses encerrados em 31 de julho. As vendas cresceram 18% para 811.5 milhões de euros, ou $1.09 bilhão, mas avançariam 23% em taxas de moeda corrente constantes.

“Esta performace confirma o sucesso das escolhas estratégicas que fizemos recentemente,” disse Patrizio Bertelli, diretor do Grupo Prada. Segundo ele: “o crescimento dos negócios da Prada em todos seus principais mercados confirmou a vitalidade da marca, enquanto Miu Miu confirma seu potencial significativo para desenvolvimento.”

O Grupo espera um crescimento anual de 18.6% para 280 milhões de euros, ou $394.8 milhões. O ano fiscal da empresa termina em 31 de janeiro. O Grupo detém as marcas Prada, Miu Miu,  Car Shoe e Church's label. Os resultados incluem também as vendas de Azzedine Alaïa, que Prada vendeu de volta a seu designer em julho.

O grupo ressaltou os fortes resultados no varejo na Ásia, nos Estados Unidos e na Europa. Os rendimentos dos produtos da marca Prada cresceram 15.5% para 635.8 milhões de euros, ou $851.9 milhões.

O reposicionamento da Miu Miu, com a reforma nas lojas e os preços mais elevados, parece estar dando certo. As vendas na Miu Miu cresceram 39.4% para 100.3 milhões de euros, ou a $134.4 milhões. O Grupo ressaltou que a marca Miu Miu foi bem recebida na Europa e na Ásia, onde as vendas de varejo dobraram.

Reprodução
Prada primavera 2008

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Dior estabelece um novo patamar para o Luxo


A flagship da Dior na Avenue Montaigne, em Paris, foi reinaugurada para ser reconhecida com uma das lojas mais luxuosas do planeta.

A reforma é parte das comemorações pelos 60 anos da grife e a reabertura contou com a presença de celebridades como Sharon Stone, Elton John, Juliette Binoche e Monica Belluci.

Entre as novidades do projeto assinado pelo arquiteto Peter Marino estão um salão de sapatos exclusivos para clientes VIPs, com os modelos apresentados na última coleção de alta-costura, e frases na parede escritas “Look Good’ ou “J’adore” pelo artista Rob Wynne.

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A idéia foi criar um clima “residencial” dentro da loja, resgatando elementos do legado de Christian Dior. A flagship ampliou seus salões para a coleção prêt-à-porter e deu maior destaque para as bolsas. O modelo Samurai e a clássica Lady Dior em novos materiais são as atuais campeãs de vendas na Dior.

Ao todo são 220 lojas Dior pelo mundo, sendo que Pequim acaba de ganhar a sua terceira e novos pontos de venda estão prestes a ser inaugurados no Oriente Médio.

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Mudanças na gerência da Dior dos Estados Unidos

Pámela Baxter, presidente da divisão de perfumes e cosméticos do Grupo LVMH, está assumindo a presidência da Christian Dior Inc. nos EUA. Baxter está substituindo Patricia Malone.

Baxter já acumula experiência na Dior. Enquanto presidiu a divisão de cosméticos e perfumes da LVMH, ela trabalhou com os perfumes da Christian Dior, da Guerlain e da Givenchy. Baxter se juntou a LVMH em 2003 vinda da Estée Launder Cos Inc, onde era a presidente da divisão de marcas especiais.

“Tenho 30 anos de experiência na indústria da beleza, mas moda tem sido uma paixão minha por um longo tempo,” disse Baxter durante uma entrevista. “ Estou agradecida que eles estejam me dando essa oportunidade”

Reprodução

Em julho, a Christian Dior Couture registrou um crescimento de 12% no primeiro semestre do ano, totalizando 368 milhões de euros. Os lucros subiram para 28 milhões de euros. Segundo o diretor chefe da Christian Dior, Sidney Toledano, as vendas foram bastante robustas na Ásia, no Japão e na Europa.

São 22 lojas autônomas no Estados Unidos, além da distribuição em lojas de departamento selecionadas como Neiman Marcus, Saks Fifth Avenue e Bergdorf Goodman.

A admininstração das grandes casas de moda tem vivido um verdadeiro entra-e-sai de altos executivos. Semana passada a diretora executiva da Georgio Armani, Bridget Ryan Berman saiu em busca de outros interesses. Dois dias mais tarde, Matteo Mascazzini diretor operacional Armani nos EUA, voltou para a Itália e se tornou o controlador da divisão Gucci, do Grupo Gucci. Ele foi substituído por Daniele Ballestrazzi, que antes trabalhava na Versace.

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Marcas de relógios de luxo brilham na cidade das luzes

Todo mundo concorda que Paris atrai a clientela certa, dos oligarcas russos até os magnatas do óleo do Oriente Médio.

Confiantes no segmento do luxo, o Grupo Swatch abriu uma loja conceito para sua marca de maior prestígio, a Breguet, no Place Vendôme. Trata-se da maior loja da marca e oferece relógios que custam até 500mil euros, mais de $700 mil no câmbio atual.

Com uma decoração moderna, a loja oferece cerca de 150 estilos diferentes de relógios Breguet.

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Na margem esquerda do rio Sena, um dos distribuidores da Rolex, Jean Lassaussois, abriu a primeira loja em Paris exclusivamente dedicada à marca suíça.

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Novas finanças para a Ferragamo

A casa de Ferragamo acaba de nomear Ernesto Greco como o novo diretor financeiro. Greco, de 57 anos, irá supervisionar a parte financeira e administrativa da empresa. Antes de se juntar à Ferragamo, Greco era chefe executivo da Natuzzi, fabricante de sofás, e foi diretor financeiro da Bulgari.

Michele Norsa, diretor chefe da Ferragamo, disse que Greco foi a escolha perfeita. "Graças à sua experiência, conhecimentos financeiros e familiaridade com os mercados, ele é fundamental para os nossos planos de crescimento", disse Norsa.

Mesmo antes do IPO, a Ferragamo está se expandindo e tem duas inaugurações programadas para o próximo mês, em Michgan e na Califórnia. Outras inaugurações estão previstas para aconteceram no Estados Unidos. Ainda este ano foram, em New Jersey; Boston, Philadelphia e Scottsdale, no Arizona.

A loja em Canoga Park, a última a ser anunciada, será localizada no shopping Westfield Topanga e contará com produtos masculinos, femininos, calçados, acessórios de couro e seda, óculos escuros, bolsas e fragrâncias.

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Ferragamo primavera 2008

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YSL lança novo site

Interactive é o novo site redesenhado da Yves Saint Laurent, que traz uma loja completa de produtos para os Estados Unidos.

A YSL pretende quintuplicar os acessos ao site nos próximos 18 meses – e gerar consideráveis volumes de vendas.

Valerie Hermann, presidente e chefe executivo da YSL, disse que a loja online deve se tornar um dos cinco melhores pontos de vendas da empresa dentro de 3 anos.

O site permite que compradores de Nova York e Los Angeles agendem remodelações e mostruários de sapatos, bolsas e roupas. Bolsas de vários tamanhos são mostradas em uma modelo para ilustrar melhor a silhueta.

A YSL registrou aproximadamente 100 mil usuários registrados no seu site anterior e mais 38 mil assinaturas.

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Ferragamo primavera 2008

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Business Week elenca os 15 carros de luxo mais econômicos

Uma lista elaborada pela Business Week enumera os 15 carros de luxo que menos consomem combustível, mantendo a alta performance.

A lista dos econômicos de luxo inclui carros alemães e japoneses, entre outros.

Diferentemente da maioria dos carros do segmento, o Acura TSX tem um motor de apenas quatro cilindros. O TSX tem câmbio automático de cinco marchas e roda 9,2 km com um litro de combustível.

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Acura TSX

Já o Audi A3 2.0 turbo faz 10km/l. Como o Acura TSX, o carro é mais econômico com transmissão automática.

Com um motor de 3.0 litros, seis cilindros e 230 cavalos, a BMW 328i faz 8,4 km/l. O Série 3 é o sedã de luxo mais vendido nos Estados Unidos.

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Z4 Roadster

A montadora alemã tem mais um carro presente na lista: o Z4 Roadster, com 8,4 km/l.
O STS 2008 da montadora norte-americana Cadillac, faz 8,4km/l com seu motor de 3.6 litros, seis cilindros e 302 cavalos.

O Infiniti G37 Coupe tem um visual esportivo e faz 8km/l, mesmo com seu motor V6 de 3.7 litros e 330 cavalos.

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Infiniti G37

Também presente na lista, o Jaguar S-Type faz os mesmos 8km/l, com 235 cavalos de potência em seu motor de 3.0 litros e seis cilindros.

Entre os econômicos de luxo também está o híbrido Lexus RX400h, que faz 10,4 km/l com seus dois motores elétricos de 3.3 litros.

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Lexus RX400h

Já o Lincoln MKZ é maior, mais potente (263 cavalos) e mais barato que os outros carros desse segmento, além de fazer 8,4 km/l.

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Lincoln MKZ

Único Mercedes-Benz na lista, o E320 Bluetec é também o mais econômico, fazendo 10,8 km/l. O fato de seu motor de 3.0 litros e 210 cavalos ser a diesel explica sua economia.

Os esportivos da Porsche também estão entre os luxuosos econômicos. O Boxter faz 9,2 km/l com seu motor de 2.7 litros e 245 cavalos.

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Boxter

Outro carro da marca na lista é o Cayman, com o mesmo consumo e motor. Com um motor de 2.0 litros a turbo, o Saab 9-3 gera 210 cavalos com um consumo de 8,8km/l.

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Cayman

Os suecos da Volvo mostraram que não se destacam apenas pela segurança de seus carros. O C30 faz 9,2 km/l, apesar de seu motor de 2.5 litros turbo, com 227 cavalos.

Por fim, o Volvo V50 faz os mesmo 9,2 km/l. A diferença fica no tamanho e peso dos veículos. O V50 tem um motor de 2.4 litros e 168 cavalos.

Segundo uma pesquisa da empresa Strategic Vision, os consumidores de carros de luxo infelizmente ainda não se preocupam tanto com a economia de combustível. De acordo com o presidente da companhia, Alexander Edwards, esse é apenas o motivo de número 30 em uma lista de 47 razões para se adquirir um carro.

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Première Vision prestigia fabricantes ecológicos

Visitantes da seção dos fabricantes ecologicamente corretos foram aplaudidos na Première Vision pela diversidade de fibras e o vasto leque de tecidos leves.

Os altos custos de produção, no entanto, impedem os compradores de comprar lotes maiores. A maioria pretende apenas tornar a categoria um elemento a mais em sua coleção.

“Nós só podemos arcar com o uso de fábricas ecologicamente corretas para nosso maior preço de linha, como o denim,” disse Wil Beadle, designer da marca inglesa All Saints.
Stefanie Vermeulen, gerente de produção para a mais nova marca de crianças a ser lançada, Fy, na Bélgica, disse: “O custo de tecidos ecologicamente corretos é um problema, pois as pessoas não compram produtos de preço muito elevado”.

“Fibras podem ser ecologicamente corretas, mais o processo freqüentemente não,” disse o porta voz para Helmut Lang. Enquanto isso, Veronika Kapsali, diretora da empresa inglesa MVR Partners, que procura tecidos ecologicamente corretos, elogiou a evolução na Figli di Michelangelo Calamai, fabricante italiano que se especializa em reciclar tecidos e algodão africano orgânico.

“Eu tenho assistido esse fabricante por um longo tempo e nesta temporada eles vieram com uma ótima gama de camisetas recicladas,” ela disse.

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