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Lucros da Richemont deslizam 18% em 2009 |
A Compagnie Financière Richemont SA divulgou queda nas vendas e nos lucros durante o ano fiscal, encerrado em 31 de março. |
NOTÍCIAS | Moda e acessórios
Por Patricia Gaspar |
A Compagnie Financière Richemont SA divulgou queda nas vendas e nos lucros durante o ano fiscal, encerrado em 31 de março. A casa da Cartier, Van Cleef & Arpels, Dunhill, Montblanc, IWC e Chloé está otimizando operações, controlando custos e investindo em oportunidades para que os resultados sejam melhores em 2010.
Segundo Johann Rupert, CEO da Richemont, a empresa reagiu rapidamente aos efeitos negativos da crise e recentemente ampliou sua participação de mercado. “Estamos prontos para capitalizar oportunidades de crescimento em novos mercados e atender a demanda em mercados onde nossas marcas estão estabelecidas assim que as condições econômicas melhorarem.”
Em abril, primeiro mês do ano fiscal de 2010, as vendas cresceram 24%, graças à recuperação das vendas no atacado.
Os lucros declinaram 18% totalizando 603 milhões de euros, ou US$ 850 milhões. As vendas caíram 4,5% totalizando 5,18 bilhões de euros, ou US$ 7,3 bilhões.
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As vendas caíram em todas as regiões, exceto no mercado asiático, onde o crescimento foi de 18%. Todos os segmentos registram quedas. Por outro lado, todas as marcas de relógios fecharam o ano com lucro, menos a Baume & Mercier e a Roger Dubuis. As marcas de relógios Piaget e Vacheron Constantin tiveram os melhores resultados. As marcas Alfred Dunhill e Lancel estão próximas de atingir o ponto de equilíbrio e a Chloé continua lucrativa.
Entre as joalherias, a Cartier registrou um pequeno declínio tanto nas vendas quanto nos lucros. A Van Cleef & Arpels também resistiu bem à crise, graças à sua exposição nos EUA e na Europa.
O Grupo continuará investindo na região da Ásia-Pacífico, principalmente na China. Há inaugurações previstas no Leste Europeu, no Oriente Médio e em países como Rússia, Azerbaijão e Cazaquistão.
A Richemont declarou que está reduzindo sua distribuição no atacado, eliminando pontos de venda que considera inapropriados. “Menos parceiros para mais parceria”, disse Norbert Platt, executivo da empresa. |
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| Prada divulga aumento espetacular nos lucros do primeiro trimestre |
NOTÍCIAS | Moda e acessórios
Por Patricia Gaspar |
O Grupo Prada divulgou que os lucros operacionais foram praticamente multiplicados por seis no primeiro trimestre, encerrado em 30 de abril. As vendas no varejo foram extraordinárias nos EUA, na Europa e na China.
Os lucros totalizaram 64 milhões de euros, em comparação aos 11 milhões de euros registrados no mesmo período do ano passado.
As vendas cresceram 26% para 366 milhões de euros. A casa das marcas Prada, Miu Miu, Car Shoe e Church’s divulgou aumento de 62% na Ásia-Pacífico, 33% nos EUA e 18% na Europa. A empresa possui 280 lojas próprias em 76 países.
A Prada atribuiu os excelentes resultados à atual estratégia que inclui a ampliação da sua rede própria de varejo. Em maio, a Prada inaugurou duas lojas em Shangai. Uma loja da Miu Miu também foi inaugurada em Singapura. |
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Hermès substitui Gaultier por Lemaire |
NOTÍCIAS | Moda e acessórios
Por Patricia Gaspar |
A Hermès contratou Christophe Lemaire para substituir Jean Paul Gaultier na direção de criação das coleções de prêt-à-porter da marca. Lemaire, de 45 anos, foi o diretor de criação da Lacoste pelos últimos oito anos, tendo sido o grande responsável pela renovação da tradicional marca francesa de roupas esportivas.
Antes de trabalhar na Lacoste, Lemaire foi chefe de departamento na Christian Lacroix. Gaultier foi o diretor de criação durante os últimos sete anos. Ele, por sua vez, substituiu Martin Margiela na posição de estilista da marca. A última coleção sob a criação de Gaultier será apresentada em outubro deste ano.
“Após sete anos de muita produtividade, Hermès e Jean-Paul Gaultier decidiram encerrar a parceria para que o estilista possa se dedicar aos seus projetos pessoais”, divulgou a Hermès.  |
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Hugo Boss projeta crescimento em 2010 |
NOTÍCIAS | Moda e acessórios
Por Patricia Gaspar |
A Hugo Boss acredita que voltará a crescer em 2010. No entanto, a marca alemã disse que a queda nos pedidos que se arrastou pelo ano de 2009 afetou a performance das suas vendas nos primeiros meses do ano.
Em 2009, a empresa registrou queda de 7% nos lucros que totalizaram 104 milhões de euros ou US$ 145 milhões. A receita atingiu 1,56 bilhões de euros, 7% a menos que no ano anterior. Na Europa, as vendas deslizaram 11%. As vendas na Ásia-Pacífico cresceram 2%. Nos EUA e no México, as vendas cresceram 4%.
As melhores vendas foram realizadas em lojas próprias que, em 2009, geraram receita de 303 milhões de euros, ou 19% da receita total registrada pela empresa. A Hugo Boss disse que pretende expandir sua rede de varejo em 50 unidades em 2010.  |
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Coach inaugura sua primeira loja masculina |
NOTÍCIAS | Moda e acessórios
Por Patricia Gaspar |
A Coach espera que uma fatia maior da sua receita seja gerada com a venda de produtos masculinos. Para tanto, a marca planeja inaugurar lojas dedicadas exclusivamente ao segmento masculino. A primeira loja foi inaugurada no número 370 da Bleecker Street, em Manhattan, ao lado das lojas masculinas Ralph Lauren, Marc Jacobs e Tommy Hilfiger.
“Queremos criar uma plataforma de longo prazo para atender ao segmento masculino”, disse Mike Tucci, presidente da Coach Inc na América do Norte.
A Coach deve usar a nova loja para testar os novos produtos que estão sendo desenvolvidos para o público masculino. Tucci disse também que a Coach está procurando outros pontos para a instalação de novas lojas. Ele não quis adiantar as expectativas da empresa sobre o potencial de vendas da loja, dizendo que o mais importante nesse momento é ampliar a participação de mercado no segmento masculino.  |
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Ferragamo encerra o ano de 2009 no vermelho |
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Por Patricia Gaspar |
A Salvatore Ferragamo registrou prejuízo de 15 milhões de euros em 2009. A receita recuou 10%, totalizando 620 milhões de euros. Em 2008, a empresa italiana lucrou 39 milhões de euros.
A Ferragamo declarou que o ano de 2009 foi crítico para toda a indústria do luxo. Em lojas próprias, as vendas cresceram 2% em comparação ao ano anterior. Os mercados emergentes, incluindo China e América Latina, ajudaram a minimizar as perdas. Cerca de 50% da receita foi gerada na Ásia.
Até o final do ano fiscal de 2009 a Ferragamo contava com 570 lojas, sendo que 299 eram lojas próprias.
A Ferragamo acredita na recuperação em 2010. No primeiro trimestre a receita cresceu 10,7% em todos os mercados onde atua. O crescimento das vendas em lojas próprias foi de 21%. 
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