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Vendas da Burberry crescem 15%

A forte demanda na Europa e na Ásia impulsionou as vendas da Burberry, que no terceiro trimestre cresceram 15,5% totalizando 380 milhões de libras.
NOTÍCIAS | Moda e acessórios
Por Patricia Gaspar

Em comunicado, a diretora-chefe Angela Ahrendts elogiou a performance na empresa, dizendo que os resultados ficaram acima das expectativas. A empresa disse também que espera resultados bastante positivos para o segundo semestre do ano fiscal, que se encerra em 31 de março. A Burberry projeta crescimento de 10 a 12% nas vendas no atacado nesse período.

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No terceiro trimestre, as vendas por atacado cresceram 10,5% totalizando 105 milhões de libras.

Por região, as vendas na Europa cresceram 27,2%. Na região da Ásia- Pacífico e no continente Americano, as vendas cresceram 20,3% e 3,6%, respectivamente.


 
 

Vendas da Richemont crescem 2,4% no terceiro trimestre

NOTÍCIAS | Moda e acessórios
Por Patricia Gaspar

Compagnie Financière Richemont apresentou resultados acima do esperado, com crescimento de 2,4% nas vendas que totalizaram 1,59 bilhão de euros no terceiro trimestre. Os resultados foram atingidos graças às performances das marcas Cartier e Van Cleef & Arpels.

Richemont, que também detém o controle das marcas IWC, Dunhill e Chloé, disse que as vendas cresceram 7% em câmbio constante. Analistas do HSBC haviam projetado um crescimento de no máximo 4%.

Os novos lançamentos da “Cartier’ como a versão em aço do relógio Ballon Bleu e a coleção Les Must, contribuíram para os resultados. Em novembro, a Cartier resgatou a coleção Les Must, lançada pela primeira vez nos anos 1970. A coleção, composta por jóias, relógios, objetos em couro e em seda, foi atualizada antes de ser distribuída nas lojas Cartier espalhadas pelo mundo.

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Luca Solca, da Bernstein Research de Londres, disse que a Richemont superou suas expectativas e disse que está animado com a recuperação do setor de jóias. A Richemont divulgou que as vendas das marcas de jóias cresceram 5%, sendo que Cartier e Van Cleef lideraram as vendas.

As vendas de instrumentos de escrita declinaram 1%, enquanto as vendas de moda e acessórios permaneceram estáveis.
No geral, as vendas no varejo cresceram 8% enquanto no atacado caíram 2%. A empresa disse o declínio nas vendas por atacado estão diminuindo nos últimos seis meses.
As vendas na região da Ásia-Pacífico cresceram 25% e geraram 31% de toda a receita do trimestre.

Na Europa e nos EUA as vendas declinaram 4% e 2%, respectivamente. Em câmbio  constante, no entanto, as vendas nas Américas teriam crescido 8%, graças ao consumidor que retomou a confiança na economia. No Japão, as vendas declinaram 12% no período.

Prada divulga prévia dos resultados sobre o ano de 2009
NOTÍCIAS | Moda e acessórios
Por Patricia Gaspar

O Grupo Prada divulgou uma prévia dos resultados, que foram melhores que os esperados, sobre o ano de 2009. O Grupo se diz “satisfeito” com resultados que indicam que os lucros operacionais serão melhores que os registrados em 2008. Na época, a Prada divulgou um lucro operacional de 282 milhões de euros.

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Hermès inaugura sua primeira loja masculina

NOTÍCIAS | Moda e acessórios
Por Patricia Gaspar

A Hermès está duplicando sua presença na Madison Avenue em Nova Iorque com a inauguração da sua primeira loja dedicada exclusivamente ao segmento masculino.

“Não há um outro lugar onde o homem pode encomendar exatamente o que ele quer”, disse Veronique Nichanian, diretora de arte da coleção masculina de pret-à-porter. Ela disse que a loja masculina é um “sonho realizado” da Hermès.

Patrick Thomas, diretor executivo da Hermès International, disse que as vendas no segmento masculino estão bem melhores do que a maioria pensa. A Hermès divulgou que em 2009 as vendas cresceram 8,5% e que os lucros devem fechar com um crescimento que pode variar entre 3 e 4%.

Segundo Thomas “atualmente, temos mais produtos masculinos. Mas em vendas, o segmento masculino representa 1/3 da nossa receita, já que uma gravata custa a metade do que custa um lenço de seda feminino”.

A loja masculina levou dois anos para ficar pronta, segundo Robert Chavez, presidente e CEO da Hermès de Paris.

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Chavez não quis antecipar as expectativas sobre a loja, mas disse que o espaço deverá duplicar a receita da Hermès gerada na Madison no primeiro ano. “O segmento masculino da Hermès se saiu muito bem ano passado, então acreditamos que temos uma loja com grande potencial.” Os produtos mais vendidos são gravatas, camisas sociais e ternos feitos sob medida.

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edição nº 132 -