Lucros da Burberry declinam 24% no semestre |
| Apesar de um crescimento de 6,1%, os lucros da Burberry declinaram 24% durante os seis meses encerrados em 30 de setembro. |
NOTÍCIAS | Moda e acessórios
Por Patricia Gaspar |
Apesar de um crescimento de 6,1%, os lucros da Burberry declinaram 24% durante os seis meses encerrados em 30 de setembro. A queda nos lucros, que totalizaram 56,8 milhões de libras, é justificada por uma reestruturação nos custos e por investimentos pesados na rede de varejo.
A empresa implantou um programa para reestruturar os custos que resultou no corte da coleção Thomas Burberry, na demissão de mil funcionários e no fechamento de seis lojas. Segundo a Burberry, o plano custou 4,2 milhões de libras e deverá fazer a empresa economizar até 50 milhões até o final do ano.
A receita foi impulsionada principalmente pelas vendas de acessórios. O varejo representou 54% da receita no período. A diretora executiva Angela Ahrendts disse que os resultados foram “sólidos” e que a empresa está otimista em relação ao segundo semestre.
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No dia 30 de setembro, e empresa registrava 56,3 milhões de libras em caixa. Uma melhora significativa já que no mesmo período do ano passado a Burberry acumulava uma dívida de 114,3 milhões de libras.
A Burberry declarou que pretende continuar investindo em novos mercados. A empresa está a caminho de fechar uma parceria na Índia e já assinou contratos de franquias no Líbano e na Mongólia.  |
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| Burberry inaugura loja em Toronto |
NOTÍCIAS | Moda e acessórios
Por Patricia Gaspar |
A Burberry inaugurou uma loja conceito de dois andares na Bloor Street em Toronto, no Canadá.
A loja segue o novo conceito de design desenvolvido pelo diretor de criação Christopher Bailey.
A loja possui as coleções femininas e masculinas da Burberry London, a linha Burberry Brit Lifestyle, além de calçados, moda infantil, acessórios, fragrâncias e relógios.  |
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| Lucros da Tiffany deslizam no terceiro trimestre |
NOTÍCIAS | Moda e acessórios
Por Patricia Gaspar |
A Tiffany & Co. divulgou a queda de 1% nos lucros do terceiro trimestre encerrado em 31 de outubro. Os lucros totalizaram US$ 43,3 milhões. As vendas retraíram 2,9% para US$ 598,2 milhões. Desconsiderando as lojas que foram inauguradas, as vendas teriam recuado 10%, acumulando uma queda de 25% ao longo do ano.
"Continuamos otimistas porque estamos considerando o potencial de longo prazo das novas lojas, das oportunidades em novos mercados, do desenvolvimento de novos produtos e do apelo crescente dos valores da nossa marca”, disse Michael Kowalski, presidente e diretor executivo da Tiffany. |
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Louis Vuitton inaugura sua primeira loja na Mongólia |
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Por Patricia Gaspar |
A abertura de uma loja da Louis Vuitton é sempre um indicativo de prosperidade econômica. A marca francesa, que foi pioneira ao inaugurar sua primeira loja na China em 1992, está inaugurando a primeira unidade em Ulan Bator, capital da Mongólia. O país está em franco desenvolvimento graças às suas reservas de ouro, cobre e urânio.
Yves Carcelle, diretor executivo da Louis Vuitton, disse que a loja se tornará lucrativa dentro de doze meses. Os consumidores locais estão familiarizados com a marca Louis Vuitton graças às revistas de moda vindas da Rússia.
A loja de dois pisos, localizada na Central Tower, onde também está instalada a loja da Ermenegildo Zegna, possui bolsas, acessórios e calçados femininos e masculinos. A loja conta também com uma sala VIP que, segundo Carcelle, são muito valorizadas na Ásia.
Para celebrar a inauguração, a Vuitton planeja doar mais de 6 mil livros didáticos para 220 escolas primárias espalhadas pelo país.
A marca francesa vai continuar investindo na expansão da sua cadeia de varejo, com inaugurações previstas em Las Vegas e Macau. Em 2010, a Vuitton deverá fincar sua primeira bandeira no Líbano e na República Dominicana. |
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Lanvin investe na Ásia |
NOTÍCIAS | Moda e acessórios
Por Patricia Gaspar |
O que seria das marcas de luxo européias se não fosse o mercado asiático? Não é à toa que o diretor de criação Alber Elbaz e o estilista de moda masculina Lucas Ossendrijver estiveram pessoalmente em Tóquio para apresentar o desfile da Lanvin.
O desfile comemora os 120º aniversário da Lanvin e a reinauguração da loja conceito em Ginza, que passou por uma longa reforma. A loja agora oferece serviço de alfaiataria masculina sob medida.
O vice-presidente Thierry Andretta disse que está acertando detalhes para a abertura de lojas em Pequim e Hong Kong.
“Temos 70% das nossas operações no atacado. Queremos progressivamente ampliar a participação no varejo para 50%”, comenta. O mercado asiático é a prioridade da marca.
Atualmente, a Lanvin opera 18 lojas próprias e 21 franquias. Recentemente a marca inaugurou lojas em Londres e Dubai e pontos de vendas em Paris, no Le Bon Marché, e em Londres, na Harvey Nichols e na Harrods.
Andretta adiantou que a Lanvin deverá encerrar o ano fiscal de 2009 com um discreto declínio na receita, mas que voltará a mostrar um crescimento de dois dígitos em 2010. Em 2008, as vendas da marca cresceram 29% para 140,4 milhões de euros.
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