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Publicadas em18/01/2010 |
Setor do luxo deve se recuperar em 2010 |
| Apesar de ainda sofrer os efeitos da crise, o setor do luxo já vê sinais de recupe-ração. |
NOTÍCIAS | Moda e acessórios
Por Patricia Gaspar |
Claudia D’Arpizio, sócia da consultoria Bain & Company, prevê um crescimento de 1% no mercado de luxo em 2010. Segundo as previsões, a receita alcançará 155 bilhões de euros, ou US$ 231,1 bilhões no câmbio atual. A Bain & Co havia previsto uma queda de 8% no mercado de bens de luxo em 2009. “Veremos os primeiros sinais de recuperação nos pedidos das coleções de outono/ inverno de 2010”, disse Claudia.
Em 2010, as vendas na América do Sul crescerão 5%. Na Europa, na Ásia e no Oriente médio o crescimento será de 1,5%, 12% e 5%, respectivamente. Por outro lado, as vendas poderão cair 4% no Japão e ficarem estáveis nos EUA.
O Deutsche Bank prevê que o crescimento poderá atingir a casa dos 4%. O otimismo é sustentado pela convergência entre diversos fatores: a força dos mercados emergentes, o resultado dos controles de custos implementados em 2009 e a reposição de estoques no segmento de relógios.
Os mercados emergentes já são responsáveis por 25% da demanda mundial por bens de luxo. Nos próximos três anos, até 90% do crescimento do setor do luxo será gerado por esses mercados.
Armando Branchini, da italiana Altagamma, disse que o segmento de moda poderá declinar 6% no primeiro semestre de 2010, mas vai se recuperar na segunda metade do ano, com crescimento de 8%. Segundo a empresa, as vendas de produtos para a mesa poderão cair 2% no ano. O segmento de jóias e relógios declinará 4% no primeiro semestre, mas deverá se recuperar na segunda metade do ano, totalizando um crescimento de 1,5% ao todo. Os segmentos de acessórios e cosméticos crescerão 4% e 2%, respectivamente.
Claudia D’Arpizio, da Bain, recomendou que as marcas se concentrem em estratégias de longo prazo e considerem o envelhecimento da população em mercados importantes como Japão e Alemanha. Ainda segundo a Bain, a Ásia será o principal mercado consumidor de marcas de luxo dentro de 10 anos. Ao que tudo indica, o crescimento do mercado de luxo na China alcançará os 12% em 2009. 
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| Armani divulga queda de 41% nos lucros em 2008 |
NOTÍCIAS | Moda e acessórios
Por Patricia Gaspar |
O Grupo Armani fechou o ano de 2008 com um lucro 41,4% menor que o obtido no ano anterior. Os resultados são um reflexo da crise econômica mundial que se agravou no segundo semestre do ano passado. A receita cresceu 1,5% para 1,62 bilhão de euros e os lucros totalizaram 128,1 milhões de euros. Em câmbio constante as vendas teriam crescido 2,4%.
“A crise econômica mundial interrompeu o crescimento do Grupo Armani em 2008”, disse o designer Giorgio Armani, durante uma entrevista ao site WWD. O presidente do Grupo adiantou que é provável que os resultados sobre 2009 sejam ainda piores, já que os primeiros meses desse ano foram difíceis.
No entanto, Armani, que acabou de se recuperar de uma hepatite, disse que está otimista em relação à expansão das suas marcas. Segundo ele, o Grupo continuará com suas metas e se concentrará em suas estratégias. O Grupo fechou o ano de 2008 com 371,8 milhões de euros em caixa.
Apesar do modesto aumento na receita, a empresa registrou queda nos lucros não só por causa da demanda, mas também devido ao altíssimo investimento realizado no varejo. O Grupo inaugurou 50 novas lojas, sendo que 15 são lojas próprias. A Armani gastou 177,1 milhões de euros em 2008. Em 2007, o investimento foi de 94,7 milhões.
Em dezembro do ano passado o Grupo somava 539 lojas no mundo todo, sendo que 171 são lojas próprias.
O segmento de moda e acessórios, que representa 56% da receita da Armani, teve um aumento de 8,2% nas vendas. Óculos de sol venderam 10% menos, enquanto que relógios e jóias cresceram 0,7%. As vendas de perfumes e cosméticos declinaram 0,9%, sendo que este segmento representa 26% da receita da empresa. Vendas de produtos novos, tais como acessórios para a casa e telefones celulares cresceram 234%, totalizando 108,2 milhões de euros.
Por marcas, a Giorgio Armani e a Emporio Armani somaram 64% das vendas no atacado. As vendas cresceram 0,5% e 12,7% respectivamente. A marca A|X Armani Exchange cresceu 14,8% para 231,8 milhões de euros. As vendas da Armani Junior cresceram 36%.
Nos EUA as vendas caíram 1,2%. Na Europa, as vendas cresceram 7,7%. Na Ásia e em outras regiões, a vendas cresceram 17%. Na China e em Hong Kong o crescimento foi de 29,7%. |
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| Lucro da Stella McCartney cresce 78% em 2008 |
NOTÍCIAS | Moda e acessórios
Por Patricia Gaspar |
Os lucros na Stella McCartney Limited cresceram 78%, totalizando 1,79 milhão de libras em 2008.
As vendas cresceram 19,6% para 13,48 milhões de libras durante os 12 meses encerrados em 31 de dezembro.
Os resultados refletem principalmente as vendas de pret-a-porter, que comemorou duas coleções de grande sucesso em 2008.
Os números são resultado da divisão londrina da marca Stella McCartney, que inclui a loja da Bruton Street, vendas no atacado e produtos licenciados. A maior parte das vendas da marca, gerada em lojas próprias em Los Angeles, Nova Iorque e Paris, é contabilizada pelo Grupo Gucci, que ainda não publicou os resultados.  |
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| Stella McCartney lança a fragrância StellaNude |
NOTÍCIAS | Cosméticos e Perfumaria
Por Patricia Gaspar |
Stella McCartney está lançando StellaNude, uma fragrância que compõe a linha de lingeries da marca inglesa. Por causa do nome do perfume, $(".article-images").show(); Stella McCartney está tendo problemas com a Nude, uma marca de cosméticos naturais que já existe em Londres há pelo menos dois anos.
De acordo com um comunicado divulgado pela Yves Saint Laurent Beauté, que é parte da L’Oréal e que possui a licença dos produtos de cosméticos da Stella McCartney, a Nude já entrou com um processo pelo direito do uso do nome Nude.  |
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Valentino fecha 2008 com prejuízo |
NOTÍCIAS | Moda e acessórios
Por Patricia Gaspar |
A Valentino Fashion Group SpA divulgou um prejuízo de 483,1 milhões de euros em 2008. Os resultados se contrastam com um lucro de 29,4 milhões de euros sobre o ano de 2007.
Em 2008, a receita do Grupo cresceu 2,8% totalizando 2,2 bilhões de euros, como resultado do crescimento de 3,3% na marca Hugo Boss, que atingiu 1,68 bilhão de euros. As vendas da marca Valentino declinaram 0,5% para 260,3 milhões de euros, em decorrência de “mudanças na direção de criação”, segundo os executivos da empresa.
Os resultados refletem “a séria crise econômica que atingiu os principais mercados do Grupo Valentino e a aquisição das marcas Red & Black e VFG pelo fundo Permira no ano passado”, segundo um comunicado da empresa.
As vendas foram mais afetadas nos EUA, onde o declínio foi de 11,7%. Em compensação, as vendas na Ásia cresceram 18%.
O Grupo Valentino espera uma queda na receita também em 2009, apesar de uma pequena recuperação nas vendas durante os últimos meses. A empresa divulgou que espera vender mais no segundo semestre, já que os clientes do atacado responderam com entusiasmo à última coleção.  |
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H.Stern pretende aumentar distribuição no atacado em 10% |
NOTÍCIAS | Jóias e relógios
Por Patricia Gaspar |
O diretor executivo da H.Stern North America, Ronaldo Stern, voltará ao Rio de Janeiro, depois de dez anos em Nova Iorque. Ronaldo e o CEO da empresa Roberto Stern, são filhos de Hans Stern, fundador da joalheria de maior prestígio no Brasil. Enquanto o cargo nos EUA é ocupado por Susan Nicholas, Ronaldo será nomeado vice-presidente da empresa aqui no Brasil.
Susan Nicholas está encarregada de aumentar em 10% os negócios de atacado da empresa, selecionando novos pontos de venda para a marca. Os planos incluem também a inauguração de uma loja no City Center em Las Vegas, ao lado de marcas como Louis Vuitton e Tom Ford.
Atualmente o Brasil é maior mercado da H. Stern, seguido dos EUA e de Israel. São 160 joalherias da marca e 100 outros pontos de vendas no mundo todo.
A Valentino Fashion Group SpA divulgou um prejuízo de 483,1 milhões de euros em 2008. Os resultados se contrastam com um lucro de 29,4 milhões de euros sobre o ano de 2007.
Em 2008, a receita do Grupo cresceu 2,8% totalizando 2,2 bilhões de euros, como resultado do crescimento de 3,3% na marca Hugo Boss, que atingiu 1,68 bilhão de euros. As vendas da marca Valentino declinaram 0,5% para 260,3 milhões de euros, em decorrência de “mudanças na direção de criação”, segundo os executivos da empresa.
Os resultados refletem “a séria crise econômica que atingiu os principais mercados do Grupo Valentino e a aquisição das marcas Red & Black e VFG pelo fundo Permira no ano passado”, segundo um comunicado da empresa. 
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Lanvin expande no Japão |
NOTÍCIAS | Moda e acessórios
Por Patricia Gaspar |
A Lanvin está se preparando para lançar a versão feminina da sua marca “Lanvin en Bleu”, em parceria com a empresa local Itochu Corp. A nova coleção é direcionada para mulheres de 30 anos.
A Itochu declarou que espera que a marca feminina Lanvin en Bleu gere uma receita de US$ 10,1 milhões durante seu primeiro ano de vendas. Em cinco anos, a empresa esperar gerar US$ 45,5 milhões.

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Cartier lança coleção de fragrâncias inspiradas no tempo |
NOTÍCIAS | Cosméticos e Perfumaria
Por Patricia Gaspar |
O último lançamento da Cartier remete ao tempo. Segundo Philippe Nazaret, do departamento de fragrâncias da marca francesa, a coleção Les Heures de Parfum, composta de cinco fragrâncias, remete a momentos especiais da vida e ao legado da marca Cartier.
Os primeiros cinco perfumes, de uma série de 13, foram desenvolvidos pela perfumista exclusiva da Cartier, Mathilde Laurent. Os números são I, IV, X, XII e XIII, sendo que 13 é o número da flagship da joalheria na Rue de la Paix, em Paris.
Em 1899, Alfred Cartier decidiu atender ao pedido de seu filho, Louis Cartier, e mudou a loja para a Rue de la Paix. “Hoje, além de jóias e relógios, acessórios e produtos em couro, a nossa loja oferece alta joalheria e desenvolvimento de perfumes personalizados”, disse Mathilde Laurent.
Quanto à nova coleção de perfumes, “foi um sonho, pois eu estava livre para escolher o ingrediente que eu quisesse, já que o preço não é um problema”, afirma Laurent. “Foi uma oportunidade de usar essências bem distintas e isso é o que todo perfumista deseja. Escolhi os nomes, desenvolvi os frascos. Tudo foi planejado por mim.”
Segundo a perfumista, L’Heure Promise (I) é a hora onde tudo começa. L’Heure Brilliant (IV), remete às horas de amor, graça, risadas e liberdade. L’Heure Folle (X) é a hora insensata da natureza. L’Heure Mystérieuse (XII), é uma hora de intimidade e sensualidade. A última essência é a La Treizième Heure (XIII), uma hora impossível e de sedução.
L’Heure Promise, L’Heure Brilliant e L’Heure Folle são perfumes eau de toilette, enquanto que L’Heure Mystérieuse e La Treizième Heure são eau de parfum. Os perfumes são vendidos separadamente a US$ 250.
Nos EUA, os perfumes serão lançados com exclusividade nas joalherias Cartier e na Saks Fifth Avenue em Nova Iorque, Miami, Tampa, Houston, Atlanta, Beverly Hills e New Orleans.
Especialistas na indústria estimam que a coleção poderá gerar mais de US$ 1 milhão nos EUA durante o primeiro ano de vendas.
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Os primeiros cinco perfumes, de uma série de 13, foram desenvolvidos pela perfumista exclusiva da Cartier, Mathilde Laurent. Os números são I, IV, X, XII e XIII, sendo que 13 é o número da flagship da joalheria na Rue de la Paix, em Paris.
Em 1899, Alfred Cartier decidiu atender ao pedido de seu filho, Louis Cartier, e mudou a loja para a Rue de la Paix. “Hoje, além de jóias e relógios, acessórios e produtos em couro, a nossa loja oferece alta joalheria e desenvolvimento de perfumes personalizados”, disse Mathilde Laurent.
Quanto à nova coleção de perfumes, “foi um sonho, pois eu estava livre para escolher o ingrediente que eu quisesse, já que o preço não é um problema”, afirma Laurent. “Foi uma oportunidade de usar essências bem distintas e isso é o que todo perfumista deseja. Escolhi os nomes, desenvolvi os frascos. Tudo foi planejado por mim.”
Segundo a perfumista, L’Heure Promise (I) é a hora onde tudo começa. L’Heure Brilliant (IV), remete às horas de amor, graça, risadas e liberdade. L’Heure Folle (X) é a hora insensata da natureza. L’Heure Mystérieuse (XII), é uma hora de intimidade e sensualidade. A última essência é a La Treizième Heure (XIII), uma hora impossível e de sedução.
L’Heure Promise, L’Heure Brilliant e L’Heure Folle são perfumes eau de toilette, enquanto que L’Heure Mystérieuse e La Treizième Heure são eau de parfum. Os perfumes são vendidos separadamente a US$ 250.
Nos EUA, os perfumes serão lançados com exclusividade nas joalherias Cartier e na Saks Fifth Avenue em Nova Iorque, Miami, Tampa, Houston, Atlanta, Beverly Hills e New Orleans.
Especialistas na indústria estimam que a coleção poderá gerar mais de US$ 1 milhão nos EUA durante o primeiro ano de vendas.  |
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Tod's registra aumento nas vendas no primeiro trimestre do ano |
NOTÍCIAS | Moda e acessórios
Por Patricia Gaspar |
Impulsionada pelas vendas de calçados na Itália e na Ásia, a receita do Grupo Tod’s cresceu 3,4% totalizando 358,9 milhões de euros durante os três primeiros meses de 2009.
O Grupo controla as marcas Tod’s, Hogan, Fay e Roger Vivier. O presidente e diretor executivo da Tod’s, Diego Della Valle, disse que os resultados confirmam mais uma vez a força da empresa, que continua crescendo mesmo em condições de mercado difíceis. Della Valle também enfatizou o posicionamento das marcas do grupo que, segundo ele, combinam qualidade, exclusividade e funcionalidade.
As vendas da marca Tod’s declinaram apenas 0,1% atingindo 180,7 milhões de euros. A receita da Hogan cresceu 12,6% totalizando 131,9 milhões de euros. A marca de moda Fay vendeu 0,7% menos, totalizando 38,5 milhões de euros. As vendas da marca Roger Vivier, que representa apenas 2,15% da receita do grupo, caíram 18,6% totalizando 7,3 milhões de euros.
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Por segmentos, as vendas de calçados cresceram 7,7%, enquanto que produtos em couro e acessórios venderam 9,5% menos durante o período. As vendas de roupas caíram 1,6% totalizando 38,4 milhões de euros.
Por regiões, a Itália continua sendo o principal mercado das marcas do grupo, com um crescimento de 10,1% nas vendas. Nos demais países europeus, no entanto, as vendas caíram 7%. Nos EUA, mercado que representa 6% da receita do grupo, as vendas caíram 23,6%. Em outras regiões, as vendas cresceram 12,7%, sendo que os melhores resultados foram obtidos na China.  |
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Loro Piana vai inaugurar uma loja maior na Madison Avenue |
NOTÍCIAS | Moda e acessórios
Por Patricia Gaspar |
A Loro Piana quer ter uma visibilidade maior na Madison Avenue. Executivos da empresa comentam que a marca vai inaugurar uma loja conceito no número 746, entre as ruas 64 e 65. A loja será bem maior que a loja atual que foi inaugurada em 1993.
A Loro Piana divulgou um crescimento de 1,4% na receita em 2008. A marca atingiu 426,3 milhões de euros.  |
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