Publicadas em 19/08/2009
Receita da Armani cresce 2.3% em 2008
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Por Patricia Gaspar

A casa de Giorgio Armani anunciou um crescimento de 2.3% no lucro anual, superando as estimativas pessimistas que vieram com o agravamento da crise.

A receita sobre os doze meses de 2008 totalizou 1.620 bilhão de euros. No entanto, a Armani registrou um declínio de 14.6% nos lucros. Segundo Giorgio Armani, “2008 foi um ano muito difícil para o mercado de moda de luxo. No entanto, o crescimento da receita mostra que nossa marca é forte e que adotamos a estratégia correta.”

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Uma das marcas de luxo mais reconhecidas internacionalmente, a Armani deu continuidade a um agressivo plano de expansão em 2008. A marca italiana enfatizou que deverá manter seus investimentos na expansão da sua rede de varejo, acrescentando 50 novas lojas à sua cadeia de 489 unidades espalhadas pelo mundo.

A Armani divulgou que a receita na América do Norte permaneceu estável, enquanto que no mercado japonês as vendas declinaram 4%. Por outro lado, a marca deu um salto de 30% na China. Na Europa as vendas cresceram 8%, sendo que só na Itália o crescimento foi um pouco menor, de 4%. Nos demais países o crescimento foi de 14%.

O melhor desempenho foi registrado pela marca Armani Junior, com um salto de 36%. Em seguida vem A/X Armani Exchange, Emporio Armani e Armani Jeans, com um crescimento de15%, 13% e 7%, respectivamente. A Armani Collezioni registrou um aumento de 2% e a Giorgio Armani permaneceu estável.

Por segmentos, as vendas de moda cresceram 8%, enquanto que as vendas de jóias, relógios, fragrâncias e cosméticos não apresentaram mudanças. No segmento de óculos de sol, no qual a Armani é líder de mercado, as vendas declinaram 10%.

 
 
Di Risio deixa a Versace
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Por Patricia Gaspar

Giancarlo Di Risio está deixando seu cargo de diretor executivo na Gianni Versace SpA. Ele deverá ser substituído por Gian Giacomo Ferraris, ex- diretor da Jil Sander.

Di Risio, que passou a fazer parte da Versace em 2004, deverá continuar no cargo até que a transição se conclua. A receita da Versace caiu 13.4% no primeiro trimestre, ainda que o desempenho tenha melhorado nos meses de abril e maio. No ano passado a Versace registrou uma queda de 30.7% nos lucros, apesar da receita ter crescido 8.3% para 9 milhões de euros.

 
 
Burberry registra prejuízo em 2008
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Por Patricia Gaspar

Apesar de ter atingido a marca de 1 bilhão de libras em vendas, a Burberry registrou um prejuízo de 5.1 milhões de libras em 2008. Em 2007, a marca havia atingido um lucro de 135.2 milhões de libras no ano anterior.

As vendas cresceram  20.7% para 1.2 bilhão de libras. O incremento vem de um crescimento de dois dígitos em todas as categorias de produtos, nos mercados onde a marca atua, principalmente dos emergentes e das lojas de Londres.
As perdas foram causadas pela reestruturação das operações na Espanha e em outros países, e a 60 milhões de libras gastos em plano de corte de custos, que segundo a Burberry, começou a mostrar resultados somente em 2009.

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O corte de custos inclui a descontinuidade da linha Thomas Burberry na Spain, demissão de 15% da mão- de- obra da empresa e alinhamento de vendas, operações e produção para ajustar os estoques à baixa demanda.
Por regiões, as vendas nas Américas cresceram 30%, na Ásia Pacífico 29%, na Europa, no Oriente Médio e na África cresceram 22%. As vendas na Espanha caíram 5%.

As vendas de roupas infantis cresceram 48%. As vendas no varejo cresceram 30% impulsionadas por novos outlets e parcerias firmadas no Oriente Médio. Vendas por atacado cresceram 15% no total. Produtos licenciados, por outro lado, venderam 3% menos.

No geral, os analistas não se mostraram surpresos com os resultados e estão otimistas em relação ao plano de corte nos custos.
Enquanto isso, uma nova loja da marca inglesa foi inaugurada em Manhattan. “Esta foi a maior ação da Burberry em Nova Iorque e um grande passo para a nossa empresa,” disse a diretora executiva Angela Ahrendts, durante uma entrevista ao lado do diretor de criação Christopher Bailey.
Assim como a loja de Londres, a nova loja instalada no número 444 da Madison Avenue, foi inteiramente projetada por Bailey. “Uma das nossas prioridades é ampliar a participação em mercados novos para a marca e, por isso, estamos investindo agressivamente nos EUA. Mesmo com a crise, mantivemos esse objetivo, pois acreditamos que o país deverá se recuperar logo,” disse Angela.

A Burberry planeja dobrar sua presença em Nova Iorque, que é o melhor mercado de consumo da marca nos EUA, até o final de 2009.

 
 

Crescem as vendas da Tod's no primeiro trimestre

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Por Patricia Gaspar

A Tod´s registrou um crescimento de 1.8% nos lucros durante os três meses encerrados em 31 de março. O resultado foi impulsionado pelas vendas da marca Hogan e a forte demanda por sapatos. A empresa, dona das marcas Tod’s, Fay e Roger Vivier, declarou que os lucros operacionais passaram para 37.9 milhões, derivados de um crescimento de 5.4% na receita que totalizou 201.3 milhões de euros. Em câmbio constante, a receita cresceu 4.9%.

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Diego Della Valle, presidente e diretor executivo, disse que os pedidos para coleção de outono-inverno “foram positivos”, apesar das condições difíceis.

As vendas totalizaram 97.5 milhões de euros. A Hogan cresceu 17.5% indo para 74.5 milhões de euros. A Fay cresceu 2.7%, totalizando 25.2 milhões de euros. As vendas da  Roger Vivier caíram 22.8%, totalizando 3.9 milhões de euros.

As vendas de sapatos caíram 11%, enquanto que as vendas de roupas cresceram 2.2%. As vendas de produtos em couro e acessórios caíram 12.4%.

Por regiões, as vendas caíram em todos os mercados, exceto na Itália onde elas cresceram 16.2%. Os piores resultados vêm dos EUA, onde as vendas caíram 21.6%.

 
 

Lancôme lança Hypnôse Senses

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Por Patricia Gaspar

A Lancôme queria dar à fragrância Hypnôse uma pitada maior de juventude, diversão e sensualidade. Por isso lançou Hypnôse Senses, um perfume um pouco mais acessível e direcionado a uma consumidora mais jovem da empresa.

“É uma nova faceta da feminilidade,” disse Odile Roujol, presidente da Lancôme, que hoje pertence à L’Oréal.

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A fragrância deverá chegar ao mercado norte- americano ainda este ano. Fontes na indústria calculam que Hypnôse Senses pode gerar 60 milhões de euros. O perfume estará disponível em frascos de 50ml e 75ml, custando 63 euros e 78 euros, respectivamente.

 
 

Lucros da Ermenegildo Zegna caem em 2008

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Por Patricia Gaspar

A Ermenegildo Zegna declarou que seus lucros caíram em 2008 apesar do aumento nas vendas. Os lucros caíram 10.6% para 62.3 milhões de euros. A receita cresceu 3.2% para 870.6 milhões de euros. As vendas em países emergentes compensaram as perdas registradas nos EUA e no Japão.

Em câmbio constante, a receita cresceu 5.7%.  China, Índia, Oriente Médio e América Latina geraram mais de 25% da receita. Na Índia, onde a Zegna inaugurou sua primeira loja própria em 2008, as vendas praticamente dobraram. No Oriente Médio, as vendas cresceram 50%, e na China, que já representa o segundo maior mercado da marca, o crescimento foi de 30%.

O segmento de moda, que inclui as marcas Zegna e Agnona, gerou 75% das vendas, enquanto que o segmento de acessórios gerou 15%. As vendas de produtos licenciados, tais como fragrâncias, óculos de sol e underwear, também cresceram, segundo a empresa.

A Zegna inaugurou 15 lojas próprias em 2008. Hoje, a marca possui 291 unidades no mundo todo.

 

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“Apesar do nosso crescimento estar alinhado ao desempenho de muitas das maiores marcas de luxo, tivemos o nosso resultados prejudicados pelo tsunami na economia mundial que derrubou os mercados no segundo semestre de 2008,” disse o diretor executivo da Ermenegildo Zegna “Apesar das difíceis condições, acreditamos que uma recuperação já seja possível no início de 2010,” disse.

A empresa deve intensificar os investimentos na ampliação da sua rede de varejo. A Zegna deve inaugurar 20 lojas ao todo, sendo 15 na China, duas em Singapura, três no Leste Europeu e uma em Houston, nos EUA. Na Europa, a marca está reformando suas lojas em Barcelona, Lugano, Frankfurt, Milão-Malpensa  e em Roma-Fiumicino.

 
 

La dolce vita inspira a nova fragrância de Zegna

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Por Patricia Gaspar

O estado de Nirvana, ao estilo italiano, inspirou a Ermenegildo Zegna a criar sua quarta fragrância, a Zegna Colonia, que deverá ser distribuída a partir de agosto em cerca de 2.500 pontos de vendas especializados nos EUA e nas lojas Zegna.

Segundo fontes na indústria, Zegna Colonia pode ser o maior perfume do portifólio da marca, gerando uma receita superior a US$ 40 milhões durante seu primeiro ano de vendas. Espera-se que US$ 20 ou US$ 25 milhões sejam gerados apenas no mercado norte- americano.

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O perfume será vendido a US$ 50 e US$ 70, dependendo do frasco. A linha inclui loção pós-barba, sabonete líquido e desodorante.

A YSL Beauté, que faz parte da L’Oréal, posicionou Zegna Colonia para ser o pilar central dos perfumes Zegna. Richard Pinabel, gerente- geral da divisão de perfumes da Zegna na YSL Beauté, descreveu o produto como “um perfume para muitos e muitos anos.” É um perfume que representa o estilo Zegna e incorpora o homem da marca.”
 
 

Montblanc lança edição especial em homenagem a Max von Oppenheim

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Por Patricia Gaspar

Desde 1992, Monblanc homenageia importantes patronos da cultura e da ciência com a Coleção Patrono das Artes, lançando coleções limitadas que são aguardadas por colecionadores no mundo todo. A edição deste ano será dedicada ao arqueólogo Max von Oppenheim, que tornou acessível para todo o público a então desconhecida cultura do Oriente Próximo.

Max von Oppenheim dedicou a vida estudando a arte do Oriente. A paixão do historiador é refletida de maneira surpreendente no design da caneta-tinteiro de prata de lei 925, que relembra sua maior descoberta: o Palácio Templário em Tell Halaf, na Síria. A apresentação da Edição Anual Patrono das Artes está vinculada ao “Montblanc de la Culture Arts Patronage Award, exclusivo prêmio cultural que homenageia personagens importantes no apoio e patrocínio da arte internacional.
 

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Assim como os tesouros pré-históricos do oriente, a edição Patrono das Artes Max von Oppenheim possui quantidade limitada, exibida pelo número de edição gravado no clipe. Somente 4.810 peças desta edição estão disponíveis exclusivamente nas Boutiques Montblanc e em lojas selecionadas de todo o mundo e menos de 30 no Brasil. Aqui, ela será vendida ao preço de R$ 11.949,00.

 
 
 
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edição nº 112 -