Publicadas em 30/07/2009
Lucros da Richemont caem 31% em 2008
NOTÍCIAS
Por Patricia Gaspar

Durante o ano fiscal, encerrado em 31 de março, o lucro da Richemont encerrou em queda de 31% totalizando 1,08 bilhão de euros. Os lucros da divisão de produtos de luxo caíram 23% para 751 milhões de euros. As vendas cresceram 2% para 5,4 bilhões de euros.

A Cartier registrou um ano recorde tanto nas vendas quanto nos lucros. Durante uma entrevista, Johann Rupert, diretor executivo da Richemont, disse que o crescimento da Cartier se deve principalmente às vendas de jóias de altíssimo nível, que foram consideradas por muitos consumidores como um investimento seguro em tempos de crise.

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No geral, as vendas das marcas de jóias e relógios da cresceram 4%, enquanto que as vendas da Montblanc caíram 6%. Produtos em couro e acessórios caíram 5%.
As vendas das outras marcas do Grupo, que incluem Chloé e Azzedine Alaïa, cresceram 5% durante o período. 

Os lucros operacionais, no entanto, caíram significativamente, em grande parte por causa da baixa rentabilidade da marca Chloé.
Este ano a Richemont planeja fechar cerca de 60 lojas que registram baixa rentabilidade. Isso representa cerca de 8% da sua rede de varejo, incluindo lojas da Montblanc, da Cartier, da Piaget, da Van Cleef & Arpels e da Lancel.

Rupert disse que as vendas em abril, que é o primeiro mês do ano fiscal da companhia, caíram 19% em decorrência da crise econômica mundial. Rupert comentou que ainda não existem sinais de recuperação, considerando que os mercados dos EUA e da Europa continuam instáveis.
As únicas notícias positivas estão vindo da Ásia, que registrou um aumento de 14% nas vendas durante o ano passado. No Oriente Médio os resultados também foram positivos.
Excluindo as condições de mercado desfavoráveis, o Grupo Richemont continua sólido com 822 milhões de euros em caixa. Rupert disse que o Grupo deverá atravessar a crise mundial e voltar fortalecido quando as condições estiverem melhores.

 
 
LVMH compra fatia minoritária da marca de eco-luxo Edun
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Por Patricia Gaspar

Bernard Arnault aproveitou a reunião com os acionistas da LVMH Moët para revelar que o Grupo adquiriu uma fatia minoritária da Edun, marca de eco-luxo fundada em 2005 por Bono, o vocalista do U2, e sua mulher Ali Hewson.
Arnault não deu detalhes sobre a transação, mas fontes garantem que 45% das ações da Edun não devem custar menos de US$ 10 milhões.

A Edun é um negócio pequeno, mas de grande importância para a LVMH, já que consumidores e acionistas estão cobrando ações de responsabilidade social e ambiental.

 
 
Ferre lança linha de jóias
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Por Patricia Gaspar

Gianfranco Ferré está lançando uma linha de jóias em parceria com a Damiani. “Este projeto nos deixa felizes por dois motivos”, disse Andrea Ciccoli, da IT Holding, que adquiriu a Gianfranco Ferré. “Em primeiro lugar, o projeto nasce de uma idéia de grande criatividade do time que atua por trás da Ferré; em segundo lugar, o projeto reativa o Grupo Ferré que, em parceria com o Grupo Damiani, mostra que é uma marca forte, com um grande legado e um grande futuro.”

A IT Holding, que também detém as marcas Malo e Extè e licencia as marcas Just Cavalli, C’N’C Costume National, Galliano, VJC Versace e Versace Sport, acionou em fevereiro um pedido de proteção à falência.

A coleção de jóias femininas feitas em ouro e prata, com diamantes e outras pedras preciosas, deverá chegar às lojas em setembro, como parte da coleção de prêt-a-porter. Os preços das jóias deverão variar entre 500 e 10 mil euros.

Os diretores de criação da Ferré, Tommaso Aquilano e Roberto Rimondi, vão trabalhar para que o design da linha siga o estilo arquitetônico característico do fundador Gianfranco Ferré.

A linha será distribuída nas lojas da Ferré, em joalherias multimarcas e nas lojas da Damiani.
 
 

Um tributo às musas de Armani

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Por Patricia Gaspar

Todo homem tem sua musa. No caso de Giorgio Armani, as musas são várias. Ele acaba de lançar sua fragrância Idole d’Armani, uma homenagem do designer a todas as mulheres que influenciaram seu trabalho e sua vida pessoal.

O perfume adiciona uma nova camada à linha de fragrâncias da Armani. “Ele acrescenta personalidade”, disse Stephane de la Faverie, gerente geral da Giorgio Armani Beauty nos EUA. “É algo novo e diferente do atual portifolio. “Com essa fragrância, espero atingir uma consumidora mais fiel. Quero que o perfume se torne um clássico”, disse Giorgio Armani.

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O perfume, que é licenciado pela L’Oréal, deverá chegar ao mercado no final deste ano. Enquanto a marca Armani é forte no segmento de fragrâncias masculinas, com dois perfumes colocados entre os cinco mais vendidos em 2008, o segmento feminino ainda tem muito para se desenvolver. O último lançamento foi o trio de fragrâncias orientais ‘Onde’, que está fazendo sucesso em lojas de posicionamento premium. Com uma distribuição mais ampla, o Armani Code, lançado em 2006, ficou entre os dez perfumes mais vendidos em 2007 e 2008. A L’Oréal espera que o Idole d’Armani consiga um lugar entre os cinco perfumes mais vendidos no mundo.

O perfume será distribuído em cerca de 20 mil pontos de vendas em diversos mercados a partir de setembro. Fontes na indústria estimam que o produto pode gerar mais de 100 milhões de euros durante os primeiros cinco anos de vendas. A Giorgio Armani Parfums está investindo na campanha de lançamento que inclui propagandas em revistas e televisão. Executivos estimam que a Giorgio Armani Parfums esteja gastando $40 milhões em mídia.

O frasco, inspirado no período Art Deco, foi desenhado pelo próprio Armani. Quando questionado sobre a possibilidade de expandir a linha de cosméticos, o designer respondeu de imediato: “definitivamente, filtros solares”.

 
 

Hermès inaugura loja em Hamptons

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Por Patricia Gaspar
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A Hermès está inaugurando uma loja para a temporada de verão em Hamptons, no número 63 da Main Street. A loja ficará aberta até o dia 20 de setembro. É a primeira vez que a marca francesa decide abrir uma loja sazonal.

Enquanto marcas como Gucci, Coach, Polo Ralph Lauren e Tiffany inauguravam lojas na região, a Hermès estava apenas vendendo produtos direto para o consumidor. A decisão foi tomada quando ficou provado que a demanda existia. Robert Chavez, diretor executivo da Hermès nos EUA, disse que a marca quer testar a região por duas ou três temporadas, até decidir se vai inaugurar uma loja permanente.

 
 

Lanvin registra aumento de 29% nas vendas em 2008

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Por Patricia Gaspar

 “Sob a direção de Alber Elbaz, a Lanvin tem tido facilidade em enfrentar a crise econômica mundial”, disse o vice-presidente Thierry Andretta. A Lanvin registrou um crescimento de 6,5% nos lucros operacionais, que atingiram 6,7 milhões de euros em 2008.

As vendas avançaram 29% para 140,4 milhões de euros. Os resultados refletem a otimização da cadeia de suprimentos e o reposicionamento do segmento de moda masculina. Andretta, que passou a fazer parte da Lanvin em janeiro, disse que moda masculina é o segmento que poderá crescer mais também em 2009.

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Moda representou uma fatia de 79% do segmento masculino ano passado, sendo a receita foi gerada principalmente pela venda de calçados, bolsas e gravatas. No segmento feminino, bolsas, sapatos e jóias somaram 41% da receita.

 
 

Jimmy Choo expande em Hong Kong

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Por Patricia Gaspar

Jimmy Choo informou que está renovando a parceria com a Bluebell Far East Limited para expandir o número de lojas em Hong Kong. Em outubro a marca pretende inaugurar uma loja conceito no primeiro piso do The Landmark no distrito Central.

Outras duas novas lojas foram inauguradas em parceria com a empresa Bluebell, sendo que uma está localizada em Kowloon, e a outra no Aeroporto Internacional Hong Kong. Todas as lojas possuem as linhas completas de acessórios e óculos de sol da marca inglesa.

A Jimmy Choo já possui uma parceria com a Bluebell no Japão. A marca tem planos de expandir o número de lojas no Oriente Médio em parceria com a DFS. Uma loja foi inaugurada na Galleria International, no aeroporto de Abu Dhabi.

Na Inglaterra, a marca vem registrando resultados robustos, com um crescimento de 35% nas vendas realizadas na Harrods. Segundo os executivos da empresa, os consumidores estão comprando mais nos dois extremos: os stilettos Claudia de 1.395 euros e produtos de entrada que custam 375 euros.

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Corneliani inaugura loja conceito em Pequim

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Por Patricia Gaspar

A Corneliani está inaugurando sua primeira loja conceito em Pequim, no Shopping Jin Bao Place. A marca italiana pretende inaugurar mais 12 lojas na China em parceria com a Zhejiang Hualian Group.

Produtos em couro e acessórios estão no primeiro piso, enquanto a coleção Corneliani ID está exposta no piso superior, junto com um espaço para as roupas sob medida. A marca italiana possui atualmente 40 lojas em todo o mundo, sendo que sete estão localizadas na China.

 
 
 
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