Coach vê potencial apesar da crise
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Por Patricia Gaspar
 

“Nenhuma classe econômica ou social está imune à crise”´É o que afirma  Lew Frankfort, presidente e chefe executivo da Coach. “O consumidor é frágil. Ele está preocupado com o futuro, com a segurança. Eles estão fazendo menos visitas às lojas.”

E a Coach, que se define como uma marca de “luxo acessível”, está sentindo a agulhada da crise, com uma recente queda de 5,8% nos lucros, apesar de um aumento de 11,2% nas vendas.

No entanto, Frankfort continua otimista, acreditando que a Coach pode conquistar participação de mercado sobre alguns concorrentes-chave. Com isso, a empresa continuará mantendo seus planos de expansão no varejo e a estratégia de desenvolver a linha Collections. No entanto, as metas de vendas foram reduzidas, assim como os planos de despesas para o ano de 2009.

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Frankfort disse que a Coach deverá crescer aumentando a diferenciação de produtos, oferecendo um nível mais alto de serviços e aprimorando outros aspectos operacionais e de merchandising.

Os lucros do primeiro trimestre caíram para US$ 145,8 milhões, dos US$ 154,8 milhões registrados no mesmo período do ano passado. As vendas saltaram de US$ 676,7 milhões para US$ 752,5 milhões. As vendas diretas ao consumidor cresceram enquanto que as vendas no atacado caíram 3,6%.

Durante o ano fiscal, a empresa espera que as vendas cresçam ao todo 10%, totalizando US$ 3,5 bilhões. As previsões anteriores apontavam para um crescimento de 13%.

Frankfort disse que a empresa, que possui atualmente 318 lojas, inaugure cerca de 40 lojas por ano, sendo que 200 novos pontos de vendas já foram identificados na América do Norte. Só na China, a empresa espera inaugurar 50 lojas nos próximos cinco anos.

Segundo os executivos da empresa, o acesso do consumidor ao crédito encolheu e mesmo os consumidores mais abastados terão que planejar melhor as suas compras.

 
 
Ralph Lauren sai na frente e lança m-commerce
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Por Patricia Gaspar
 

Ralph Lauren está na palma da mão dos consumidores. Polo Ralph Lauren está entrando no comércio móvel, ou m-commerce, que possibilita a realização de compras pelo telefone celular.

Para possibilitar o m-commerce, a empresa está adotando códigos da Quick Response Technology nas propagandas, nas malas diretas e nas vitrines das lojas. Esses códigos são escaneados pelos celulares para acessar o site m.ralphlauren.

“Os consumidores querem flexibilidade, conveniência e serviços que podem ser oferecidos na hora”, disse David Lauren, vice-presidente de Comunicação da empresa. A Polo é a primeira marca de luxo a adotar a tecnologia QR que já são conhecidas na Ásia e na Europa.

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Celulares que não possuem câmera ou leitor de QR podem acessar o site m.ralphlauren.com para baixar o Software QR.

Os novos telefones, como o iPhone da Apple e o Blackberry Pearls, já possuem tecnologia compatível.

 
 

Jimmy Choo inaugura loja em Paris

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Por Patricia Gaspar
 

Enquanto muitas marcas se debatem para driblar a crise mundial, o principal desafio da Jimmy Choo ainda é conseguir atender uma demanda crescente de aficcionados pela marca.

A empresa inaugurou recentemente uma segunda loja em Paris na Rue Saint-Honoré. A segunda unidade é maior que a primeira, localizada na Avenue Montaigne. A quantidade de clientes vindos do Oriente Médio cresceu 146% e marca continua sendo uma das marcas mais vendidas na Net-a-Porter.com desde 1999.

Os executivos não quiseram fornecer os resultados da empresa, mas estima-se que a Jimmy Choo feche o ano fiscal de 2008 atingindo 110 milhões de libras, com um crescimento de 29% em comparação a 2007.

A nova loja de Paris possui todos os elementos da nova Jimmy Choo: uma ala VIP, mais espaço para exibir os produtos e uma localização privilegiada, ao lado de marcas como a Colette e hotéis como o Ritz e Costes.

A França é atualmente o segundo maior mercado da marca inglesa, depois do Reino Unido. Outros pontos de distribuição incluem uma loja em Cannes e corners nas Galeries Lafayette e Printemps.

Fora da Europa, a Jimmy Choo inaugurou lojas em Macau, Pequim, Tóquio e Los Angeles. Novas lojas serão inauguradas na Arábia Saudita, Dubai e Hong Kong.

 

Segundo os executivos da empresa, a marca está crescendo muito no Oriente Médio e no Japão, onde a base ainda é pequena. A Jimmy Choo possui seis coleções anuais e uma revista bimestral que coincide com o lançamento das coleções principais.

A empresa está promovendo a extensão da marca com uma linha de óculos de sol, lançada em 2008, e com o lançamento do seu primeiro perfume 2009. A empresa também está ampliando suas atuais linhas de produtos, desenvolvendo acessórios com um estilo mais casual, para o final de semana.

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Oscar De la Renta inaugura loja em Madri

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Por Patricia Gaspar
 

Oscar de la Renta inaugurou em Madri sua décima loja. A marca já possui oito lojas nos EUA e uma em Atenas.

Segundo De La Renta, apesar das dificuldades enfrentadas pela economia espanhola, Madri foi uma escolha lógica dentro dos planos de expansão internacional da marca. Os executivos estão prevendo para o primeiro ano de operações da loja uma receita entre US$2,5 milhões e US$ 3 milhões. Eles acreditam que esse número pode dobrar em dois anos.

A loja traz moda feminina, acessórios, jóias, sapatos, bolsas e óculos de sol, além de uma pequena coleção masculina. De la Renta acredita que os consumidores da nova loja não serão turistas, mas mulheres residentes em Madri.

No geral, os preços variam de 3 mil a 15 mil euros para a coleção de roupas de passeio, de 2.800 a 3.600 euros para a coleção de roupas para o dia, e de 1mil a 1.900 euros para os tricôs.

 
 

Clinique volta às suas origens

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Por Patricia Gaspar
 

Os dermatologistas voltaram a trabalhar na Clinique. A marca que já possui 40 anos está retomando suas origens com o lançamento do novo Instant Relief Mineral Powder.

“Essa marca nasceu sob a filosofia da dermatologia”, disse Lynne Greene, presidente global da Clinique. “Atualmente temos coleções para necessidades específicas de quatro tipos de pele.”

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Greene não quis adiantar previsões, mas fontes na indústria calculam que a coleção Dermatological Solutions pode gerar US$ 273 milhões no varejo no mundo todo. A linha Dermatological Solutions deve contar por 20% da receita da Clinique.

O Instant Relief Mineral Powder será vendido a US$ 32.50 em 2.200 pontos de vendas no mundo todo.

 
 
Tiffany revê seus planos de expansão
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Por Patricia Gaspar
 

A crise econômica mundial obrigou a Tiffany & Co. Inc. a rever seus planos de expansão para 2009. A joalheria deverá inaugurar oito lojas, metade do previsto, sendo que três serão localizadas nos EUA. Só para se ter uma idéia, em 2008 foram inauguradas seis lojas só nos EUA. A empresa divulgou também que planeja reduzir o quadro de funcionários em pelo menos 9%.

No último trimestre a Tiffany registrou uma queda de 56,9% nos lucros que totalizaram US$ 43,8 milhões, em comparação aos US$ 101,5 milhões registrados no mesmo período de 2007. As vendas caíram 1,4% para US$ 618,2 milhões.

A flagship da Quinta Avenida, que costuma gerar mais de 20% das vendas nos EUA, registrou uma queda de 5% nas vendas. Outubro foi o pior mês, com um declínio que chegou a 17%.

Internacionalmente, as vendas da Tiffany caíram, sendo 3% na Ásia-Pacífico, 7% no Japão e 4% no restante do continente asiático. Na Europa as vendas cresceram 8% e Londres conseguiu registrar um crescimento de dois dígitos.

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Pucci lança trio de fragrâncias

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Por Patricia Gaspar
 

A Emilio Pucci, sempre reconhecida pelas estampas em cores vibrantes, está lançando o trio de fragrâncias Vivara Variazioni, que deverá chegar ao mercado em fevereiro.

Inspiradas nos diferentes elementos da ilha italiana de Vivara, as essências seguem o conceito do perfume Vivara, uma nova versão da primeira fragrância da casa italiana lançada em 1966.

“São variações de um mesmo tema”, disse Isabelle Gex, diretora administrativa da Parfums Luxe International, uma divisão da LVMH, que engloba as fragrâncias das marcas Pucci e Fendi.

Dubbed Sole 149, Acqua 330 e Sabbia 167, são os nomes das essências. Os perfumes terão frascos de 50ml e 100ml e serão vendidos a 49 euros e 79 euros, respectivamente.

Os executivos da LVMH não quiseram adiantar números, mas executivos na indústria estimam que os perfumes podem gerar 10 milhões de euros durante seu primeiro ano de vendas.

 

 
 
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edição nº 112 -