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Lucro da Richemont sobe 18% |
NOTÍCIAS | Jóias e Relógios
Por Patricia Gaspar e Bruno Pereira |
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A Compagnie Financière Richemont divulgou um crescimento de 18% no lucro líquido do ano de 2007 graças ao excelente desempenho do segmento de relógios e jóias em países da Europa e da Ásia.
Os lucros para o ano encerrado em 31 de março chegaram a 1,57 bilhões de euros, ou US$ 2,2 bilhões. A companhia atribui o crescimento ao desempenho de marcas de relógios de luxo como IWC, Jaeger-Le Coultre e Panerai. As vendas no segmento cresceram 15% para 1,37 bilhão de euros, ou US$1,93 bilhão. Enquanto isso, as vendas das marcas de jóias, entre elas, Cartier e Van Cleef & Arpels, cresceram 9% para 2,65 bilhões de euros, ou US$ 3,73 bilhões.
A companhia também destacou a forte demanda pelas suas marcas na região da Ásia- Pacífico, apesar do impacto negativo das variações cambiais. A região, que representa 25% das vendas da Richemont, foi responsável por um crescimento de 21% nas vendas.
Ao redor do mundo, durante os 12 meses, as vendas cresceram 10% para 5,3 bilhões de euros, ou US$ 7,4 bilhões.
Comparadas com os resultados das marcas de jóias e relógios, as vendas na Chloé cresceram pouco. A Richemont não quis divulgar os números.
Marcas de acessórios em couro, entre elas Alfred Dunhill e Lancel, registraram apenas 1% de crescimento nas vendas, totalizando 309 milhões de euros, ou US$ 435 milhões. A Richemont disse que a Dunhill está perto de atingir seu equilíbrio.
Nos Estados Unidos, a Richemont registrou um crescimento mais modesto nas vendas, resultado que a empresa atribui às desvantagens cambiais. |
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Arnault continua confiante na LVMH |
NOTÍCIAS | Moda e Acessórios
Por Patricia Gaspar e Bruno Pereira |
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A economia norte-americana não está passando por bons momentos e há sinais de estagnação na Europa, mas Bernard Arnault, presidente do Grupo LVMH, continua otimista em relação ao setor do luxo.
Arnault declarou em uma recente reunião com acionistas da LVMH que o volume de vendas em abril nos Estados Unidos foi forte – “dois dígitos na Louis Vuitton”, e que a Ásia continua a surpreender com excelentes resultados.
“Toda vez que atravessamos uma fase difícil na economia, nós aumentamos a participação de mercado”, disse Arnault. “Começamos o ano fortalecidos. Não tiraremos o pé do acelerador” disse.
As vendas do primeiro trimestre avançaram 12% para 4 bilhões de euros. Depois do impacto negativo do euro em relação ao dólar e ao yen, o crescimento de vendas da empresa foi de 5%.
Arnault prometeu aos acionistas um “forte” crescimento nas vendas e nos lucros em 2008 e reiterou a promessa de dobrar os resultados da LVMH ao longo dos próximos cinco anos.
Arnault disse que as marcas estrelas da LVMH, incluindo Louis Vuitton, Dior e Tag Heuer, serão fundamentais para aumentar os ganhos este ano, sendo feito investimentos para reforçar as unidades de negócio.
O empresário também destacou o “grande potencial” da Fendi, cuja marca estará pronta para se tornar “uma das marcas italianas mais importantes no mercado”no próximo ano.
Apesar da LVMH ter comprado a marca suíça Hublot, Arnault disse que o grupo continua focado no “crescimento orgânico”. A saber: Arnault não confirmou os rumores de que ele estaria planejando uma oferta de compra para a Hermès. “Vamos nos concentrar nas marcas que temos,” disse Arnault.
Os mercados emergentes também receberam destaque durante a apresentação de Arnault.
A LVMH mais do que dobrou seus negócios em mercados emergentes nos últimos cinco anos. “A companhia hoje é impulsionada por mercados emergentes”disse sobre as novas linhas da Vuitton que serão lançadas na “maison” em Hong Kong. Atualmente a LVMH opera cerca de 450 lojas em economias emergentes, incluindo Rússia, China, Brasil e Ucrânia. Arnault ressaltou que o sucesso da LVMH em mercados emergentes se deve ao fato de o grupo tratar esses países “como se fossem desenvolvidos”. |
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Lucros da Polo Ralph Lauren superam as expectativas |
NOTÍCIAS | Moda e Acessórios
Patricia Gaspar e Bruno Pereira. |
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As ações da Polo Ralph Lauren Corp. deram um salto de 11,9% depois do anúncio de que a empresa registrou um aumento de 41,4% nos lucros do quarto trimestre.
Impulsionada por fortes vendas internacionais e o lançamento da American Living, a companhia disse que lucros para o trimestre encerrado em abril totalizaram US$ 103,5 milhões. A receita saltou 20,3% para US$1,24 bilhão. O montante inclui o aumento de 21,5% no atacado e as vendas no varejo que acumularam US$1,19 bilhão.
Durante todo o ano, a renda cresceu 4,7% para US$ 419,8 milhões. As receitas totalizaram US$ 4,89 bilhões, com um aumento de 13,6%.
Um dos objetivos de longo prazo da companhia é diversificar geograficamente a sua receita. Atualmente os Estados Unidos representam 65% das vendas da marca, Europa 17%, enquanto Ásia e outros países representam 18%.
No ano passado, a empresa desenvolveu mais de 40 categorias de produto e esse ano planeja desenvolver ainda mais com linha American Living. Segundo Roger Farah, a Ralph Lauren possui três objetivos principais: estender a marca e desenvolver novos produtos, expandir o varejo e fazer crescer as operações internacionais. |
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Hugo Boss tem novo chefe executivo |
NOTÍCIAS | Moda e Acessórios
Por Patricia Gaspar e Bruno Pereira |
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Claus-Dietrich Lahrs, diretor gerente da Christian Dior Couture, foi nomeado chefe executivo da Hugo Boss AG.
Ele substitui Bruno Salzer, que deixou a empresa em fevereiro. Lahrs assume seu novo cargo em agosto e também fará parte do conselho administrativo da empresa alemã. Ele trabalhou na LVMH por 12 anos.
“É meu objetivo fortalecer o presença da marca internacionalmente em mercados de grande crescimento na Ásia e nas Américas”, disse Lahrs. |
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Três encantos da Hugo Boss |
NOTÍCIAS | Moda e Acessórios
Por Patricia Gaspar e Bruno Pereira |
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A Hugo Boss pretende lançar a sua primeira coleção de jóias no outono deste ano.
A marca alemã quer ingressar no mercado de jóias com três marcas: Boss Black, Boss Selection e Boss Orange. As coleções serão distribuídas em 1.000 pontos de vendas nos principais mercados da Alemanha, Estados Unidos, Reino Unido, França, Itália e Espanha.
Os produtos terão a produção licenciada pela Amazar Holding, uma subsidiária do Swarovski Group. Este já é quarto negócio licenciado da Hugo Boss, que já tem contratos com a Procter & Gamble para fragrância e cosméticos, Safilo para óculos e Movado para relógios.
“Isso é só o começo, achamos que tem um grande potencial,” disse André Maeder, membro do conselho administrativo da Hugo Boss. Nos segmentos de produtos licenciados, as vendas aumentaram 11% para 577 milhões de euros em 2007.
As coleções, com 108 peças, serão manufaturadas na Inglaterra, França, Alemanha e Tailândia. As jóias ostentam a assinatura do diretor de criatividade da Boss Ingo Wilts para Boss Black e Selection e Andréa Cannelloni para Boss Orange.
“A jóia é desenhada com o mesmo conceito das roupas”, disse Wilts. “Amazar é uma divisão da Swarovski que não combina com o nosso estilo. Nós viemos de um conceito de design limpo e sofisticados, com influências da escola Bauhaus.”
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| Dolce, somente para homens |
NOTÍCIAS | Moda e Acessórios
Por Patricia Gaspar e Bruno Pereira |
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A Dolce & Gabbana está inaugurando sua primeira loja masculina na Sloane Street em Londres. A loja será vizinha das marcas Bottega Veneta e Shanghai Tang.
Domenico Dolce e Steffano Gabbana se juntaram a Ferruccio Laviani para criar um design diferenciado para a loja, que terá muitos vidros, paredes envernizadas e candelabros pretos. A loja é dividida em dois andares – roupas esportivas, jeans e acessórios estarão no primeiro andar, enquanto ternos, tricôs, underware, roupas de praia e de ginástica estarão localizadas no subsolo.
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Dolce & Gabbana planeja a abertura de 24 lojas |
NOTÍCIAS | Moda e Acessórios
Por Patricia Gaspar e Bruno Pereira |
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A Dolce & Gabbana está planejando inaugurar 24 lojas ao redor do globo nos próximos 12 meses. Em uma entrevista, Cristiana Ruella, diretora do grupo, revelou que espera um crescimento de 20% nas vendas durante o ano fiscal.
Ela adiantou algumas localizações: Nova Delhi, Pequim, Los Angeles, Kobe, Nanjing, Shenyang, e Dalian.
“Estamos nos saindo muito bem na China, e a Índia também representa uma grande oportunidade para nós”, disse. Ruella também vê grande potencial no Oriente Médio e na Europa Oriental. “Podemos ainda investir muito no Oriente Médio” completa. Em julho, lojas da Dolce & Gabbana serão inauguradas em Manama, Bahrain, Doha e Kuwait. Em 2009 será a vez de Manama e Dubai.
Atualmente a Dolce & Gabbana possui 90 lojas no mundo todo, sendo que 68 são operadas diretamente. Há 62 lojas D&G, sendo 44 diretamente operadas. No ano fiscal de 2007 os países europeus geraram 60% da receita da empresa, sendo que a Itália sozinha é responsável por 30%. Os Estados Unidos representaram 13%, Ásia 11% e outros países 7%. |
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Giorgio Armani e Gucci investem na web |
NOTÍCIAS | Serviços
Por Patricia Gaspar e Bruno Pereira |
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A Armani está lançando o armanicasa.com, um site para a divisão de US$ 50 milhões da Armani Casa, enquanto o site gucci.com agora tem uma seção dedicada a sua nova marca de relógios, a Chiodo.
“Fui inspirado pelo desafio de criar um site que traz os valores e a sensibilidade da Armani Casa para os internautas”, disse Giorgio Armani. “Com esse novo web site, nós divulgaremos as coleções. É uma nova ponte para o público global e uma janela para o mundo Armani.”
A Armani lançou o site giorgioarmani.com em 2000 disponibilizando todas as linhas da marca italiana. O site também fornece informações sobre o histórico da companhia, campanhas publicitárias, marcos e eventos.
A Gucci também está ampliando o seu site com uma seção exclusiva para a marca de relógios Chiodo. O preço dos relógios varia de US$ 940 a US$ 58.800.
Os relógios Chiodo foram lançados na Baselworld, a feira internacional de relógios. |
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| Tiffany divulga aumento de 19% no lucro |
NOTÍCIAS | Jóias e Acessórios
Por Patricia Gaspar e Bruno Pereira |
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A Tiffany & Co registrou um aumento de 19% no lucro líquido do primeiro trimestre. Durante os três meses encerrados em 30 de abril, os ganhos atingiram US$ 64,4 milhões.
As vendas subiram 12,2% para US$ 668,1 milhões.
As vendas na América do Sul e América do Norte cresceram 6% para US$ 373,6 milhões.
Na região da Ásia Pacifico, as vendas subiram 21% para US$ 222 milhões. As vendas na Europa cresceram 38% para US$ 60,1 milhões.
Michael J. Kowalski, presidente e chefe executivo, disse que a companhia está prospectando oportunidades de expansão e planeja inaugurar 24 lojas nos Estados Unidos, Ásia-Pacífico e Europa.
A Tiffany permanece cautelosa em relação ao mercado norte-americano, dizendo não esperar aumentos nas vendas até o final do ano.
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Canali inaugura sua primeira loja em Manhattan |
NOTÍCIAS | Moda e Acessórios
Por Patricia Gaspar e Bruno Pereira |
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A marca italiana de luxo acaba de inaugurar sua primeira loja em Manhattan, bem perto da bolsa de valores.
“Nossa clientela trabalha na região”, disse Giorgio Canali, presidente das operações da Canali na América do Norte, durante entrevista. A loja está localizada em um edifício de escritórios que está sendo transformado em condomínio luxo. Outras marcas de luxo como Hermès, Tiffany e Thomas Pink, também têm lojas instaladas na região.
Esta é a quarta de cinco lojas que estão planejadas para inaugurar nos Estados Unidos. A primeira loja da marca italiana foi aberta em Hollywood no outono de 2006 e logo em seguida outra loja foi inaugurada em Miami. A quinta loja será aberta em Las Vegas. |
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