Nesta seção são publicadas matérias sobre os segmentos do Luxo com enfoque no Mercado, tanto no Brasil quanto no exterior. Informações recentes sobre demanda, segmentação, desenvolvimento de marcas, produtos e serviços de luxo, podem ser encontradas aqui.

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As Super Exclusivas Redes Sociais

MERCADO | Estilo de Vida
Gabriela Otto* - 12/08/2010

O segmento de luxo no mundo está sofrendo com um ambiente turbulento e complexo.

Por um lado, incertezas econômicas globais e maciças mudanças sociais e culturais estão mudando as expectativas dos consumidores. Do outro, a riqueza sem precedentes dos mercados emergentes e uma classe média aspirante influenciam na maior amplitude e profundidade dessa indústria tão exclusiva.

O luxo hoje é simultaneamente conservador e contemporâneo, extravagante e minimalista, vintage e moderno, elite e acessível, é arte e, assim como o comércio, uma indústria e uma filosofia.

A definição de luxo tem mudado consideravelmente nos últimos anos. Alguns dizem que perdeu o sentido. Não é mais de domínio privilegiado de poucos. O segmento de luxo transformou-se num mercado eclético, competitivo e altamente desenvolvido.

De designers, fabricantes e produtores, distribuidores, consultores, publicitários e agentes, além dos admiradores, a indústria de luxo é uma família fragmentada de mais de um milhão de profissionais no mundo. Embora diversificada, essa comunidade tem em comum a certeza que os pilares do segmento são: qualidade incomparável, o “feito à mão”, inovação, serviço e design.

Com base nisso, a necessidade de conexão dessas pessoas se tornou um bom negócio. E nada melhor do que a Internet para concretizar essa interação de maneira eficiente.

Comunidades online globais exclusivas do mercado de luxo, que você só pode entrar se convidado por algum dos membros, estouraram na Internet.

Um estudo realizado pela revista eMarketer em 2007 concluiu que o número de consumidores do mercado de luxo na Internet passaria de 43,7 para 57,1 milhões de pessoas em 2011.

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Com base nos dados acima, a criação de comunidades online globais exclusivas do mercado de luxo foi uma questão de (pouco) tempo.

E para manter a exclusividade dos sites, tornando-os “desejáveis por todos e acessível para poucos” – definição de luxo dada pelo especialista em Marcas Jean-Nöel Kapferer - você só poderá tornar-se um membro se for convidado.

Conheça um pouco as principais redes sociais focadas no mercado de luxo:

ASmallWorld

Criada em 2004, já conta com mais de 300 mil membros mas, ainda assim, um “pequeno mundo” perto do Facebook, por exemplo, que pode apresentar um só grupo com números semelhantes.

O site capta uma rede de pessoas que estão ligadas por três graus de separação.

Com a idéia de atrair empresas para desenvolver seu branding com esse sofisticado e influente grupo de pessoas, Erik Wachtmeister, fundador, teve como meta a criação de um destino único, particular, no qual as pessoas poderiam se conectar e trocar informações com toda a confiança.

Segundo ele, a comunidade é formada por pessoas interconectadas, interessadas, educadas, que conhecem o mundo e procuram se relacionar com outras pessoas, buscando sempre informações confiáveis.

Wachtmeister ressalta que as empresas de luxo não deveriam conduzir conversações com a sociedade, mas investir nos resultados do marketing experiencial com pequenos e potenciais grupos de pessoas.

Seu último lançamento foi a ASmallMagazine, uma revista que pretende documentar os aspectos da cultura social e contemporânea que se cruzam com as vidas dos membros do site. A idéia é envolver pessoas interessadas em temas interessantes, ser um canal de inteligência coletiva, identificar tendências, além de elogiar o trabalho daqueles que fazem a diferença, estimular o debate social e político e ainda tornar-se uma oportunidade para os membros falarem e promoverem suas relações dentro da comunidade.

Existe também a divulgação de eventos dentro desta ferramenta. São jantares, festas e acontecimentos culturais em todo o mundo.

Atualmente, a ASmallWorld vem sofrendo com o paradoxo do sucesso no mundo do luxo, pois está crescendo muito e começa a receber críticas. Muitos acreditam que a rede social deveria limitar o número de membros para manter sua exclusividade ou pode acabar perdendo seu sentido.

Elysiants

O slogan do site já é um convite para entrar em um mundo “mágico”: “Celebrate Life in Style” (Celebre a Vida em Grande Estilo). O site nasceu no Caribe em 2008 e tem o objetivo de compartilhar estilos de vida.

Com escritórios em Amsterdã, Hong Kong e Dubai, o Elysiants desembarcou recentemente no Brasil. Cada membro dispõe de somente três convites, o que exige uma seleção rigorosa dos seus convidados.

Em entrevista exclusiva para o site Gestão do Luxo, Loy Wanderley Junior, diretor regional da Elysiants para o Brasil, disse que o site teve um lançamento extremamente bem sucedido na Pink Elephant, casa noturna em São Paulo. Segundo ele, a empresa tem sido extremamente bem sucedida em construir um grupo de membros ativos que  está se expandindo rapidamente na região.

O empresário declarou ainda que, ao longo do ano, a empresa vai investir ainda mais na América Latina, pois acredita fortemente neste mercado e, de acordo com ele, é onde o estilo Elysiants realmente vai em encontro com o estilo latino.

“O site funciona como uma máquina de recomendação social onde nossos membros podem rapidamente e, da melhor forma, encontrar pessoas interessantes, lugares para ir e manter-se próximo dos seus amigos”, acrescenta.

Com relação ao perfil do público, Loy explica: “nossos membros usam o Elysiants para mostrar quem eles são, quais as marcas eles gostam e se identificam, onde eles têm estado, onde eles gostam de freqüentar e quais as entidades beneficentes que suportam. Podemos dizer que 52% deles são homens e têm entre 25 e 40 anos e 48% são mulheres e a maioria entre 20 e  35 anos. Tem formação internacional, alta renda, educados, poliglotas, adoram moda e tecnologia e são atentos a marcas de luxo. Além disso, 64% das pessoas tem uma renda anual de USD 250.000.”

Os associados da Elysiants podem conectar-se com outras pessoas, mas também com marcas, hotspots, países e entidades beneficentes. Podem ainda postar blogs, mensagem nos fóruns, ler as últimas notícias do estilo de vida luxuoso e manterem-se informados sobre os eventos atualizados em suas áreas de interesses ou geográficas.

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Para sustentar o site e ser lucrativo, o Elysiants oferece um extenso conjunto de possibilidades de publicidade, que variam de patrocínio de eventos a ferramentas de marketing. A base de produtos utilizada é uma “Brand Page” ou “Hotspot”. Este micro-site dentro da comunidade permite aos anunciantes se comunicarem, identificarem a marca e darem benefícios aos associados.

O diretor da Elysiants declarou ainda ao Site Gestão do Luxo que, com um mercado no qual as tendências são extremamente importantes para a sobrevivência da empresa, além da qualidade e satisfação dos clientes, as companhias usarão intensivamente metodologias da internet para se comunicar e ouvir seus clientes. “A internet e as mídias sociais serão cada vez mais utilizadas para encontrar novas tendências e construir relacionamentos com suas marcas relacionadas”, finaliza.

Luxury Society

O co-fundador da rede social Luxury Society, Imram Amed, também criador do site “The Business of Fashion”, acredita que oferece uma ferramenta inteligente e conteúdo relevante que ajudam as pessoas no seu dia a dia e nos relacionamentos profissionais, levando em conta o novo ambiente econômico em que vivem. E sua tese se confirmou, visto que, nas primeiras semanas de lançamento, já contava com mais de dois mil associados.

Quando questionado sobre a lucratividade para as empresas no ambiente das redes sociais, Imram é enfático: “Se você tem fãs na rede que falam entre eles e sobre sua marca, é natural que sua fidelização seja reforçada e isso gera impacto em receita. Quando as pessoas afirmam que é difícil unir redes sociais e vendas, elas estão certas, mas existe um ponto que estão esquecendo. Não estamos falando somente de vendas, mas de engajamento. A indústria do luxo caracteriza-se pelos relacionamentos pessoais e, em um ambiente de expansão global, essa conexão pessoal se perdeu. Pois as redes sociais exclusivas podem não substituir essas relações, mas fazer com que as empresas se sintam mais próximas do consumidor novamente e o cliente mais próximo das suas marcas preferidas.

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O que é certo é que as redes sociais exclusivas devem crescer e ampliar suas funções. Afinal, todos esperam por essa “reconexão”.

Para mais informações:
www.asmallworld.net
www.elysiants.com
www.luxurysociety.com
www.businessoffashion.com

* Gabriela Otto é Diretora de Vendas e Distribuição da Rede de Hotéis de Luxo Sofitel para a América do Sul (www.sofitel.com.br), Professora de Hotelaria do SENAC, MBA em Gestão de Hotelaria de Luxo na URM e do MBA de Marketing da Rio Branco.

 
 
Pequenos e preciosos
Os hotéis boutique oferecem serviço personalizado e decoração diferenciada para tornar sua viagem ainda mais marcante

MERCADO | Serviços
Estela Marchesini  - 12/08/2010

Eles surgiram na década de 80 entre os Estados Unidos e a Inglaterra - talvez em Nova Iorque, mas há quem defenda que o primeiro nasceu em Londres - e seu conceito suscita respostas diferentes, mas o fato é que os hotéis boutique são puro charme. Normalmente de porte pequeno – estudiosos de turismo e hotelaria mais radicais dizem que o número máximo de acomodações não pode passar de 50, mas ter até 100 quartos é aceitável – e decoração diferenciada, seu intuito é oferecer um serviço personalizado e fazer o cliente se sentir em casa. Individualidade é a palavra-chave, tanto que muitos hotéis não têm dois quartos iguais e a decoração conta muitos pontos para que um hotel se enquadre na categoria boutique. Além do serviço e do décor, um design especial e até um tema particular podem agregar ainda mais valor a esse refinado nicho da hotelaria. Também chamados de hotéis de charme ou hotéis design, eles não podem ser confundidos com os simples Bed & Breakfest, pois os ‘boutique’ pressupõem necessariamente uma estrutura luxuosa.

Muitos dos hotéis boutique nasceram em casas de família que têm uma bela história por trás e se aproveitam de um cenário natural – ou cultural – rico. Mas grandes cadeias hoteleiras se renderam ao glamour desses pequenos e especializados hotéis e hoje reúnem uma gama variada que faz qualquer viajante sonhar em se hospedar em suas estruturas. Redes internacionais, como a Design Hotels, a The Leading Small Hotels of the World e a Preferred Boutique, além de belos exemplares brasileiros permitem que se vivencie essa experiência. Foi uma difícil escolha, mas o Gestão do Luxo selecionou alguns para você anotar na agenda e montar o roteiro de suas próximas férias. Confira:

Maia Luxury Resort & Spa, The Leading Small Hotels of the World

Trinta acres de jardins tropicais em uma península privada, na ilha de Mahe, nas Seicheles. Esse é o ambiente que circunda o Maia Luxury, que oferece apenas 30 espaçosas villas, todas com 250 metros quadrados e vista para o mar.

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No restaurante, cozinha asiática e mediterrânea com predomínio da francesa. O spa é da refinada grife suíça La Prairie. E apesar de tantas mordomias e um panorama de tirar o fôlego, é o serviço personalizado que se destaca aqui, pois cada villa conta com um mordomo, disponível 24 horas por dia, para satisfazer a qualquer necessidade do visitante, de forma quase “telepática”, como diz o site da Leading.

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Villa Rothschild Kempinski, The Leading Small Hotels of the World

A 20 minutos da cidade de Frankfurt e com o cartão de visitas de fazer parte da luxuosa rede Kempinski, o Villa Rothschild fica localizado em um parque de 10 hectares. No século XIX foi residência do famoso (e multimilionário) banqueiro Wilhelm Carl von Rothschild.

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Em um interessante contraste com a atmosfera clássica do local, seus 22 quartos possuem TV de plasma de 42 polegadas da descolada marca Bang & Olufsen e os banheiros são em mármore. O restaurante do hotel tem uma estrela no guia Michelin e os hóspedes interessados em conhecer o spa do Villa Rothschild são transportados até lá de limousine.

Hotel d'Angleterre, The Leading Small Hotels of the World

Esse hotel no coração de Genebra data de 1872 e tem quartos decorados de forma personalizada, cada um à sua maneira. Um deles, por exemplo, tem as paredes negras decoradas com fotografias artísticas e uma cama com cabeceira rococó se torna o centro das atenções.

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Amplas salas para jantares individuais completam o conceito de refeições customizadas criado pelo chef Philippe Audonnet, em que os hóspedes podem escolher do meio-dia às 22 horas – no restaurante principal – exatamente o que querem comer, sem intervalos ou restrições.

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Pavillon du Golf, Preferred Boutique

Além do exotismo das paisagens e da riqueza cultura do Marrocos, esse hotel oferece uma atração especial para amantes de golf: campos profissionais a poucos passos dali, no complexo Palmeraie, que inclui ainda pista de equitação.

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O charme das 44 suítes fica por conta da decoração, com móveis artesanais de mosaico típicos do Marrocos. No spa, como não poderia deixar de ser, o hammam é a menina dos olhos. No restaurante, comida típica faz a alegria dos comensais.

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The Richardson, Preferred Boutique

Desenhado pelo renomado arquiteto britânico Sir Terry Farrell, um dos pontos fortes desse hotel na cidade de Perth, Austrália, é o design. A decoração contemporânea cria um clima intimista nos 74 quartos. A maior suíte tem 170 metros quadrados, três sacadas, lounge, mesa de jantar e escritório separado.

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O restaurante Opus oferece uma glamourosa experiência gastronômica, com uma cozinha de origem francesa e toques contemporâneos da culinária australiana. E lá, junto com o chef Todd Cheavins, o hóspede pode viver uma experiência enriquecedora e ser chef por um dia, aprendendo com Todd suas receitas mais especiais.

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Hotel Fortyseven, Preferred Boutique

Os estilos modernos e art déco convivem perfeitamente nesse hotel, com fachada dos anos 30 e vista para o Templo de Vesta e o Circo Massimo, no centro histórico de Roma. O serviço impecável completa a atmosfera luxuosa do lugar.

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Os 61 quartos abrigam um clima acolhedor, com direito a facilidades tecnológicas, como acesso wireless. Nas maiores acomodações, obras de arte de mestres como Amedeo Modigliani decoram as paredes. Um salão de festas no jardim da cobertura costuma abrigar casamentos, tendo capacidade para 45 pessoas sentadas.

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Klapsons, Design Hotels

Esse impressionante hotel de Singapura tem apenas 17 quartos. Ao atravessar a porta de vidro da entrada, o hóspede se depara com uma identidade visual de impacto, pensada pelo time de arquitetos do estúdio Sawaya & Moroni, em que a iluminação e os móveis – como as mesas de plexiglas premiadas na feira de móveis de Milão em 2008 – refletem os ideais de inovação e funcionalidade.

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O restaurante Lucas fica no primeiro piso, tem janelas do teto ao chão e serve comida oriental.

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The Waterhouse at South Bud, Design Hotels

De frente para o rio Huangpu, o Waterhouse tem um restaurante na cobertura que oferece uma vista de tirar o fôlego do skyline de Xangai.

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A fachada do edifício, que data da década de 30, foi preservada e o interior dos 19 quartos também reflete essa combinação de contemporâneo e antigo que habita todos os espaços públicos e privados desse hotel, mesclando linhas retas e arredondadas e os tons preto, branco e cinza.

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Crosby Streer, Design Hotels

Nova Iorque é uma das cidades a ter inaugurado os primeiros hotéis boutique do mundo e não poderia ficar de fora dessa seleção.

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O estilo exótico do Crosby Street faz dele uma experiência diferente na Big Apple, começando pela estátua de dois cachorros com estampas coloridas e duas poltronas com estampa à moda antiga já no lobby.

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O grupo hoteleiro britânico Firmdale fez sua primeira incursão nos EUA nesse hotel no SoHo e imaginou 86 acomodações completamente diferentes entre si, equipadas com estação para Ipod, DVD e tv LCD. A decoração, é claro, foge do lugar comum e interage com os arredores do hotel, situado em um dos lugares mais chics de Manhattan.

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Em terras brasileiras

No Brasil, a Bahia oferece uma grande variedade de opções por metro quadrado, com destaque para os paradisíacos Txai, Fazenda São Francisco, Etnia e Kiaroa e para o histórico Pestana Convento do Carmo. O novíssimo Zank, com foco no design nacional em sua decoração, também é uma boa pedida. No Rio de Janeiro, o Fasano, único projeto brasileiro do designer estrelado francês Philippe Starck, já é um clássico, assim como seu irmão paulistano. O Emiliano, também em São Paulo, brilha com seu minimalismo e, em Santa Catarina, o premiado Ponta dos Ganchos – com serviço tão esmerado que disponibiliza três funcionários para atenderem cada bangalô – colocou a pequena cidade de Governador Celso Ramos (a 240 km de Florianópolis) no mapa do luxo brasileiro.

Serviço

Para mais informações e reservas, visite:
www.lhw.com
www.preferredboutique.com
www.designhotels.com
www.pontadosganchos.com.br
www.kiaroa.com.br
www.txai.com.br
www.pestana.com
www.fasano.com.br
www.corumbau.com.br
www.etniabrasil.com.br
www.zankhotel.com.br
www.emiliano.com.br

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